A (R)EXISTÊNCIA DE PESSOAS TRANSEXUAIS E TRAVESTIS NA DISPUTA PELO PODER LOCAL
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.16880Resumo
O presente trabalho pretende mapear as candidaturas transexuais e travestis nos pleitos de 2020 e 2022. Serão utilizados levantamentos realizados em portais de notícias, dados do INESC, IBGE, ANTRA e Aliança Nacional LGBTI. Na revisão bibliográfica, Carlos (2021) servirá de base para analisar o direito à cidade, Fischer (1992) para compreender a disputa pelo poder local na política institucionalizada. Connel (2014), Santos (2016), Butler (2014) e Adelman (2003) auxiliarão na reconstrução da trajetória pela qual pessoas com identidades de gênero e sexualidades dissidentes são jogadas à margem da sociedade. Assis (2019), Collins; Bilge (2021) e Crenshaw (2002) contribuem para uma análise interseccional, pois corpos trans e travestis são atravessados por outras opressões. Ao final, concluímos que, ainda que o avanço da disputa pelo poder local tenha colocado em evidência a necessidade de pessoas travestis e transexuais, existe um longo caminho para garantir que essas pessoas obtenham o reconhecimento merecido.
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