PARTICIPAR DE UM GRUPO DE PESQUISA:
UMA AUTOETNOGRAFIA COLETIVA DAS EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS NO AFRODITE
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v10i1.14268Resumo
A vivência em um laboratório de pesquisa em gêneros e sexualidades possibilita experiências transformadoras, na medida em que a sociabilidade é composta de uma pluralidade bastante marcada por diferenças, estejam elas no âmbito da epistemologia ou das categorias de análise das diversidades. O presente estudo tem por objetivo analisar a experiência das pessoas autoras enquanto integrantes de um laboratório interdisciplinar de ensino, pesquisa e extensão em gêneros e sexualidades. Para tanto, as seis pessoas autoras – entre estudantes e pesquisadoras – propuseram uma autoetnografia coletiva analítica. O processo de construção – por meio de debates, inquietações, incômodos, reflexões – retratou a experiência em grupo, culminando em novos desconfortos que, mais uma vez, possibilitaram a transformação. Assim, consideramos que o elo que marca a união e que sustenta o papel social do laboratório enquanto espaço de educação é a possibilidade de experienciar e seu caráter transformador.
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