120 BATIMENTOS POR MINUTO: EDUCAÇÕES, CURRÍCULOS E O QUE PODE UM FILME NOS AFETAR EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS?

Autores

  • Tiago Amaral Sales Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.14295/de.v9i1.12959

Resumo

Batimentos que se aceleram em meio a festas, protestos, transas, hospitais, laboratórios, velórios, casas e ruas, entre celebrações, desejos, lutos e lutas. Este artigo busca cartografar o filme francês “120 Batimentos por Minuto” (2017), percorrendo educações e currículos engendrados em torno dele. A partir das narrativas audiovisuais, penso nos afetos possíveis em relação à epidemia de HIV/aids em diálogos entre a década de 1990, na qual o filme se passa, e a contemporaneidade. O filme é visto como território que engendra pedagogias e currículos menores e desviantes, abrindo brechas ao criar conexões entre HIV/aids, potência de vida e desejo, fugindo das educações maiores que estigmatizam as vivências com HIV/aids e participam da manutenção de políticas de silêncio, exclusão, como também morte civil e biológica.

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Publicado

2021-07-30

Como Citar

Amaral Sales, T. (2021). 120 BATIMENTOS POR MINUTO: EDUCAÇÕES, CURRÍCULOS E O QUE PODE UM FILME NOS AFETAR EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS?. Diversidade E Educação, 9(1), 272–304. https://doi.org/10.14295/de.v9i1.12959

Edição

Seção

Dossiê “Sexualidades, Currículos e Cinema”