REFLEXÕES SOBRE OS TEMAS DE GÊNERO, ETNIA E DIVERSIDADE SEXUAL NA FORMAÇÃO DOCENTE ATRAVÉS DA TEORIA DO IMAGINÁRIO SOCIAL

Autores

  • Gabriella Eldereti Machado Universidade Federal de Santa Maria https://orcid.org/0000-0001-5908-4753
  • Valeska Maria Fortes de Oliveira Universidade Federal de Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.14295/de.v7i1.8976

Resumo

Este artigo se propõe com base nos estudos de Cornelius Castoriadis sobre Imaginário Social discutir e aproximar-se da relação entre o instituído e instituinte para problematizar as questões de gênero e diversidade sexual na formação de professores.  No qual serão abordados aspectos referentes à constituição da sociedade e sua dinâmica nas instituições sociais por meio do Imaginário Social, refletindo sobre as relações de representação de gênero, etnia e diversidade constituintes do modo que cada indivíduo se relaciona com o outro e com o mundo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Gabriella Eldereti Machado, Universidade Federal de Santa Maria

Licenciada em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - IFar -
Campus Alegrete (2015). Especialista Educação Ambiental pela Universidade Federal de Santa Maria (2016),
Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (2018). Atualmente é Discente do Programa de
Pós - Graduação em Educação - Doutorado em Educação na Universidade Federal de Santa Maria.

Valeska Maria Fortes de Oliveira, Universidade Federal de Santa Maria

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Santa Maria (1986), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (1990) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1995). Realizou o Pós-Doutorado na Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Buenos Aires, Argentina (2007). Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Imaginário Social (GEPEIS).

Referências

BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais/ Ensino Fundamental: Orientação sexual. Brasília: Ministério da Educação, 1999.

BRASIL. Caderno SECAD 4: Gênero e Diversidade Sexual na Escola: reconhecer diferenças e superar preconceitos. Brasília, DF: SECAD, 2007.

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Resolução CNE/CP n. 02/2015, de 1º de julho de 2015. Brasília, Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, seção 1, n. 124, p. 8-12, 02 de julho de 2015.

BRASIL. Ministério da Educação. “Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana”. Novembro de 2009.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC 2ª versão. Brasília, DF, 2016.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997a.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: apresentação dos temas transversais, ética / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997b.

BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução Renato Aguiar. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Tradução de Guy Reynaud revisão técnica de Luiz Roberto Salinas Fortes. – Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1982.

CASTORIADIS, Cornelius. As encruzilhadas do labirinto, III: o mundo fragmentado. Tradução Rosa Maria Boaventura. – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987-1992.

CASTORIADIS, Cornelius. El Imaginario Social Instituyente. Zona Erógena. Nº 35. 1997.

CASTORIADIS, Cornelius. Figuras do pensável: as encruzilhadas do labirinto. Volume VI. Tradução Eliana Aguiar. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.

CASTORIADIS, Cornelius. Sujeito e verdade no mundo social – histórico: Seminários 1986-1987: a criação humana I. Texto estabelecido, apresentado e editado por Enrique Escobar e Pascal Vernay; tradução Eliana Aguiar. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação. Uma perspectiva pós-estruturalista. 6ª Ed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.

LOURO, Guacira Lopes. O corpo estranho. Ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

LOURO, Guacira Lopes. Teoria queer - uma política pós-identitária para a educação. Revista Estudos feministas. p. 541-553. 2/2001.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Orientações e Ações para Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD, 2006.

OLIVEIRA, Valeska Fortes de. Imaginário social e escola de ensino médio. 2. ed. rev. e amp. – Ijuí: Ed. Unijuí, 2005.

OLIVEIRA, Valeska Fortes de. Imaginário, cotidiano e educação: por uma ética do instante. Cadernos de Educação. FaE/PPGE/UFPel. Pelotas [48] – 18- 31maio/agosto 2014.

SCOTT, Joan Wallach. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Revisão de Tomaz Tadeu da Silva a partir do original inglês; Tradução da versão francesa por Guacira Lopes Louro. Educação & Realidade. Porto Alegre, vol. 20, nº 2, jul./dez. 1995, pp. 71-99.

SILVA, Juremir Machado da. Diferença e descobrimento. O que é imaginário? A hipótese do excedente da significação. – Porto Alegre: Sulina, 2017.

TEIXEIRA, Maria Cecília Sanchez. Pedagogia do imaginário e função imaginante: redefinindo o sentido da educação. Olhar de professor, Ponta Grossa, 9(2): 215-227, 2006.

TEVES, Nilda. O imaginário na configuração da realidade social. In: Imaginário social e educação. Nilda Teves (coordenadora). – Rio de Janeiro: Gryphus: Faculdade de Educação da UFRJ, 1992.

TIBURI, Marcia. Como conversar com um fascista. – 8ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2016.

Downloads

Publicado

2019-09-11

Como Citar

Machado, G. E., & Oliveira, V. M. F. de. (2019). REFLEXÕES SOBRE OS TEMAS DE GÊNERO, ETNIA E DIVERSIDADE SEXUAL NA FORMAÇÃO DOCENTE ATRAVÉS DA TEORIA DO IMAGINÁRIO SOCIAL. Diversidade E Educação, 7(1), 321–350. https://doi.org/10.14295/de.v7i1.8976