CORPO-AFETO E ANCESTRALIDADE NO PROCESSO EDUCATIVO DOS POVOS INDÍGENAS E QUILOMBOLAS:
SABERES-VIVÊNCIAS DE DOCENTES ATUANTES NA REGIÃO AMAZÔNICA
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v11i1.15268Resumo
Este artigo é fruto de diálogos acerca dos saberes-vivências de docentes atuantes na Educação Indígena e na Educação Quilombola no contexto amazônico, cujo objetivo é compreender o que pode o corpo-afeto indígena e negro em processos educativos que considerem sua ancestralidade. A fundamentação teórica está embasada sob as vozes de autoras/es indígenas e negros em diálogo com Merleau-Ponty (1999), Spinoza (2009) e Ricoeur (1994), sob o aporte da fenomenologia-hermenêutica. Os resultados obtidos destacam a dissonância entre a legislação e a realidade vivenciada pelas escolas indígenas e quilombolas, o negligenciamento das corporeidades e de seus saberes, sobretudo, para que os dados possam ser articulados à Educação Escolar Indígena e Quilombola e a formação de professores.
PALAVRAS-CHAVE: Corpo-afeto. Ancestralidade. Educação Escolar Indígena. Educação Escolar Quilombola.
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