ENTRE ESPELHOS, MALDIÇÕES E JOGATINAS: ATRAVESSAMENTOS DE GÊNERO, RAÇA E GERAÇÃO NA CONSTITUIÇÃO DE PERSONAGENS VILÃS EM LIVE-ACTIONS DE CONTOS DE FADAS

Autores

  • Olívia Pereira Tavares Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.14295/de.v9i1.12953

Resumo

A partir de uma perspectiva dos estudos culturais e de gênero pós-estruturalistas, neste artigo foi proposto a análise de um roteiro construído para as feminilidades representadas como “vilãs’ nos filmes Espelho, espelho meu (2012), Malévola (2014) e Cinderela (2015). Ao focalizar como são inscritas as representações destas personagens, buscou-se dar a ver como os atravessamentos de gênero e geração posicionam estas feminilidades, problematizando: quais são as marcas veiculadas nas telas e inscritas nas personagens da Rainha, da Madrasta e de Malévola? Que elementos são re(a)presentados como constituintes de feminilidades em posição de vilania? Como os marcadores de gênero, raça e geração posicionam as personagens na trama fílmica? Estes questionamentos, aliados a procedimentos metodológicos da etnografia de tela, tornaram possível analisar algumas cenas destes contos fílmicos e como constroem a vilania, posicionando-a, de distintas formas, como feminilidades ambiciosas.

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Biografia do Autor

Olívia Pereira Tavares, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Doutoranda em Educação pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Canoas, Rio Grande do Sul, Brasil.

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Publicado

2021-07-30

Como Citar

Pereira Tavares, O. (2021). ENTRE ESPELHOS, MALDIÇÕES E JOGATINAS: ATRAVESSAMENTOS DE GÊNERO, RAÇA E GERAÇÃO NA CONSTITUIÇÃO DE PERSONAGENS VILÃS EM LIVE-ACTIONS DE CONTOS DE FADAS. Diversidade E Educação, 9(1), 324–349. https://doi.org/10.14295/de.v9i1.12953

Edição

Seção

Dossiê “Sexualidades, Currículos e Cinema”