A educação ambiental crítica feminista e as redes socais

uma análise da atuação de sistemas de dominação patriarcal, capitalista e colonizadores

Autores

DOI:

https://doi.org/10.63595/remea.v42i3.18622

Palavras-chave:

Educação Ambiental, Redes sociais, Capitalismo patriarcal, Colonialidade

Resumo

Este trabalho apresenta os resultados parciais de um projeto de doutorado que está sendo realizado em Programa de Pós-graduação, nível de doutorado, em uma instituição na região sul do país. Adota a abordagem do materialismo histórico e utiliza a Netnografia para analisar as redes sociais focando em temáticas feministas de cunho crítico, além da técnica de estudo da leitura imanente para os aprofundamentos teórico-metodológicos. O objetivo é analisar como a educação ambiental crítica pode ser compartilhada por meio da cultura virtual contemporânea, especialmente nas redes sociais. A hipótese central é que as redes sociais podem ser utilizadas como forma de combate aos sistemas de dominação que sustentam as desigualdades sociais. Concluiu-se que integrar fundamentos dos feminismos críticos e interseccionais à educação ambiental crítica contribui para o combate às narrativas opressivas que dominam esses ambientes.

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Biografia do Autor

Laryssa Louzada de Assis, Universidade Federal do Rio Grande (FURG)

Mestranda em Educação Ambiental (PPGEA/FURG), especialista em Psicologia Educacional pela faculdade IBRA (2022) e em Docência para o ensino superior IBRA (2023), licenciada em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande (2021). Pesquisadora do Grupo de Estudos em Filosofias Emergentes (GEFE) e do Núcleo de Estudos e pesquisa sobre o ensino de Filosofia (NESEF). Editora-assistente da revista Ambiente & Educação da FURG. Desenvolve pesquisa nas áreas: Educação Ambiental Crítica; Educação Ambiental Não Formal, Feminismos, Direitos e Educação Ambiental e Natureza, mulheres e Reprodução social.

André Luis Castro de Freitas, Universidade Federal do Rio Grande

Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (PPGEA), da Universidade Federal do Rio Grande (FURG).

Carolina Belasquem de Oliveira, Universidade Católica de Pelotas

Doutora em Política Social e Direitos Humanos pelo Centro de Ciências Jurídicas, Econômicas e Sociais da Universidade Católica de Pelotas - UCPEL (2020-2023). Professora substituta na Universidade Federal do Rio Grande/RS atuante no campus de Santa Vitória do Palmar/RS de 2018 a 2019 e atualmente, desde julho de 2024. Mestre em Direito e Justiça Social pela Universidade Federal do Rio Grande - FURG. Especialista em Direito Civil e Direito e Processo do Trabalho/Processo do Trabalho pela Universidade Anhanguera - UNIDERP. Advogada inscrita na OAB/RS 93059. Membra do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM).

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Publicado

2025-12-19

Como Citar

Louzada de Assis, L., Castro de Freitas, A. L., & Belasquem de Oliveira, C. (2025). A educação ambiental crítica feminista e as redes socais: uma análise da atuação de sistemas de dominação patriarcal, capitalista e colonizadores. REMEA - Revista Eletrônica Do Mestrado Em Educação Ambiental, 42(3), 85–102. https://doi.org/10.63595/remea.v42i3.18622