Caminhando por horizontes imaginários
diálogos formativos sobre a Cartografia do Imaginário.
DOI:
https://doi.org/10.63595/remea.v42i3.18219Palavras-chave:
Educação Ambiental. Cartografia do Imaginário. Metodologia. Fenomenologia.Resumo
Neste artigo, discorremos sobre a trajetória formativa de pesquisadoras do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA) em busca de compreender a metodologia fenomenológica denominada “Cartografia do Imaginário” criada por Michèle Sato (2011), que oferece possibilidades de se fazer pesquisa em Educação Ambiental. Nosso objetivo é discutir sobre a importância do processo formativo e destacar as impressões e sensações despertadas durante os estudos. Os encontros possibilitaram diálogos fecundos e novas interpretações sobre a referida metodologia. Ao encontro da proposta, nos aventuramos na criação e registro de nossas impressões. Estudar esta metodologia, contribuiu para nossa formação e compreensão dos diversos caminhos, trilhas e horizontes possíveis para se pesquisar e estudar a Educação Ambiental ancorada na fenomenologia que conduzindo o percurso científico investigativo.
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