Educação Ambiental e veganismo como forma de questionamento sobre o modo de produção de alimentos

Autores/as

  • Gabriel Willian Pereira Universidade Federal de Itajubá/UNIFEI
  • Marcela de Moraes Agudo Universidade Estadual Paulista/UNESP-Botucatu

DOI:

https://doi.org/10.63595/remea.v42i3.16365

Palabras clave:

Educação Ambiental, Agronegócio, Veganismo

Resumen

El veganismo como ideología busca evitar la explotación de los animales, cuestiona los métodos de producción de alimentos y abarca temas de sostenibilidad. Su relación con la educación ambiental se manifiesta en diferentes niveles y aspectos, ya que estos campos están interconectados. El objetivo central de este trabajo fue investigar y analizar las comprensiones de los productores de alimentos sin origen animal en una ciudad del Sur de Minas Gerais acerca de la relación entre la educación ambiental y el veganismo. De esta manera, a través de entrevistas semiestructuradas, buscamos comprender un poco más sobre estas comprensiones, caracterizándolas y analizando sus implicaciones. A partir de la categorización y análisis de los datos, pudimos entender que el veganismo como ideología tiene un gran potencial como forma de cuestionar el modo de producción de alimentos, como el agronegocio. También se observa, a partir de los datos, que existe una fuerte relación entre el género y el veganismo, y que las visiones de educación ambiental de los entrevistados son en su mayoría conservacionistas.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Gabriel Willian Pereira, Universidade Federal de Itajubá/UNIFEI

Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Itajubá/UNIFEI.

Marcela de Moraes Agudo, Universidade Estadual Paulista/UNESP-Botucatu

Professora Assistente Doutora da Universidade Estadual Paulista/UNESP-Botucatu, é bióloga, pedagoga, mestra e doutora em Educação para a Ciência pela UNESP-Bauru. Realizou estágio de pós-doutoramento no Centro de Estudos Sociais (CES), da Universidade de Coimbra/Portugal.

Citas

ADAMS, Carol. A Política Sexual da Carne. 2. ed. São Paulo: Editora Alaúde, 2018.

CAMPOS, Christiane Senhorinha Soares. Campesinato autônomo – uma nova tendência gestada pelos movimentos sociais do campo. Revista Lutas & Resistências, número 1, pg. 146-162, UEL/Gepal, Londrina, setembro de 2006.

CARVALHO, Mundstock Xavier de. Vegetarianismo e veganismo: a expansão rápida de uma nova filosofia alimentar no Brasil. Revista de Alimentação e Cultura das Américas, [s. l], v.2, n. 2, p. 89-101, jul. 2020. Disponível em: <https://docplayer.com.br/206629550-Vegetarianismo-e-veganismo-a-expansao-rapida-de-uma-nova-filosofia-alimentar-no-brasil.html>. Acesso em 23 de out. 2023.

GUIMARÃES, Mauro 2004. Educação Ambiental Crítica. In: Philippe Pommier, LAYRARGUES, Identidades da educação ambiental brasileira, Brasília, p. 25-34.

LAYRARGUES, Philippe Pommier 2012. Para onde vai a educação ambiental? O cenário político-ideológico da educação ambiental brasileira e os desafios de uma agenda política crítica contra hegemônica. Rev. Contemporânea de Educação 7(14):398-421

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA (UNESCO). Carta de Belgrado: Uma estrutura global para a educação ambiental. 1975.

REGAN, Tom. Animal rights, human wrongs: An introduction to moral philosophy. Lanham: Rowman & Littlefield Publishers, 2001.

REIGOTA, Marcos. O que é Educação Ambiental. São Paulo: Brasiliense, 1994.

SAUVÉ, Lucie 2005. Uma cartografia das correntes em educação ambiental. In CARVALHO Isabel Cristina Moura, SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, 1983.

SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. São Paulo: Autores Associados,1994.

SINGER, Peter. Ética prática. 2. ed. Trad.: Jefferson L. Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

TOZONI-REIS, Marilia Freitas de Campos. Metodologia de Pesquisa Científica. Curitiba: IESDE Brasil S.A, 2007.

Publicado

2025-12-19

Cómo citar

Pereira, G. W., & de Moraes Agudo, M. (2025). Educação Ambiental e veganismo como forma de questionamento sobre o modo de produção de alimentos. REMEA - Revista Eletrônica Do Mestrado Em Educação Ambiental, 42(3), 289–309. https://doi.org/10.63595/remea.v42i3.16365