EDUCACIÓN Y ESCOLARIZACIÓN AMAZÓNICA RIBEREÑA
aproximaciones al conocimiento local en las prácticas pedagógicas de una escuela de Ilha de Santana, AP
DOI:
https://doi.org/10.63595/momento.v34i2.18784Resumen
Este artículo forma parte de una tesis de maestría que analiza cómo se aborda el conocimiento local ribereño amazónico en las prácticas pedagógicas de los profesores en el proceso de escolarización en la Ilha de Santana, en el estado de Amapá (AP). A pesar de que la Amazonia se considera la región más preservada de Brasil, tiene una perversa historia de incursiones capitalistas. Sin embargo, hay varios grupos de población que viven en las orillas de los ríos con conocimientos locales intergeneracionales. La investigación se llevó a cabo en el distrito de Ilha de Santana. Se caracteriza por ser una zona rural y ribereña, y como tal es reconocida por el Ministerio de Educación (MEC), que recomienda que la escolarización tenga en cuenta esta especificidad. La metodología utilizada fue la hermenéutica (Gadamer, 2002), el enfoque cualitativo (Minayo, 1993) y el estudio de caso (Yin, 2005). Para ello, se realizaron entrevistas semiestructuradas (Manzini, 2004) a diez profesores que trabajaban en la Escuela Básica II de la Escuela Estadual Osvaldina Ferreira da Silva, así como observación participante (Laville; Dionne, 1999) en la comunidad y en la escuela. Los datos se analizaron mediante el análisis de contenido (Bardin, 2016). Entre los principales resultados, la investigación reveló que los profesores son conscientes de la importancia de integrar en sus prácticas pedagógicas contenidos asociados a la realidad de sus alumnos, pero aún enfrentan algunos desafíos para actuar en armonía con el contexto escolar.
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