O/A PROFESSOR/A DE EDUCAÇÃO FÍSICA E A LEI Nº 10.639/2003: (IN)VISIBILIDADES NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14295/rds.v22i1.11604

Palavras-chave:

Educação Física. Lei n. 10.639/2003. Racismo. Educação

Resumo

O objetivo deste artigo foi identificar possíveis impactos da Lei n. 10.639/2003 nas práticas pedagógicas de quatro professores/as de Educação Física da rede municipal de ensino do Rio Grande/RS. Sendo essa uma legislação que vem suprir lacunas no que tange às questões de cunho social, político, econômico e cultural da sociedade, propondo conteúdos da cultura africana e afro-brasileira nos currículos escolares. Realizamos entrevistas com quatro professores/as que lecionam na rede. Dentre os entrevistados/as, apenas uma professora aborda essa temática durante todo ano letivo, pois possui forte identificação com o tema. Os demais a abordam na medida em que surge alguma oportunidade no decorrer das aulas ou em datas comemorativas anexadas ao calendário escolar. Entendemos que o uso da Lei n. 10.639/03, como referência nas aulas de Educação Física, ainda reside na esfera do interesse e/ou da motivação de cada professor/a.

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Biografia do Autor

Daniele dos Santos Piassarollo

Licenciada em História e em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande.

Leila Cristiane Finoqueto, Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Rio Grande, Rio Grande do Sul

Professora Adjunta do curso de Educação Física do Instituto de Educação (IE) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Maria (2002), Especialista em Ciência do Movimento Humano pela Universidade Federal de Santa Maria (2005), Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (2007), Doutora em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (2012).

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Publicado

2021-02-05

Como Citar

Piassarollo, D. dos S., & Finoqueto, L. C. (2021). O/A PROFESSOR/A DE EDUCAÇÃO FÍSICA E A LEI Nº 10.639/2003: (IN)VISIBILIDADES NA PRÁTICA PEDAGÓGICA. Revista Didática Sistêmica, 22(1), 201–213. https://doi.org/10.14295/rds.v22i1.11604