O humanismo pessimista de Schopenhauer

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14295/rcn.v5i3.15494

Palavras-chave:

Schopenhauer. Platão. Kant. Pessimismo. Humanidade.

Resumo

A História da Filosofia Ocidental é marcada por um caleidoscópio de pensadores. Alguns permanecem e outros são esquecidos. Estrelas que cintilam e outras que se apagam. As ideias dos grandes autores atravessam milênios, séculos, décadas e anos. Entendemos que Schopenhauer figura entre os principais filósofos por (re) interpretar principalmente - Platão (Ideias) e Kant (Coisa-em-si) - e criar a sua própria obra – original, rica, provocadora e inquisitiva - a partir da união entre pessimismo e humanidade, vontade e representação, dor e sofrimento, resignação e ascetismo. Como diz Thomas Mann, o pessimismo de Schopenhauer é a sua humanidade. O presente ensaio – que se lhe impõe e isto o justifica - explora o humanismo pessimista de Schopenhauer.

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Publicado

2024-02-08

Como Citar

SILVEIRA, José Renato Ferraz da. O humanismo pessimista de Schopenhauer . Campos Neutrais - Revista Latino-Americana de Relações Internacionais, Rio Grande, RS, v. 5, n. 3, p. 4–13, 2024. DOI: 10.14295/rcn.v5i3.15494. Disponível em: https://periodicos.furg.br/cn/article/view/15494. Acesso em: 21 abr. 2024.

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Artigos Livres