Intervenções Descentralizadas versus Centralizadas da COVID‑19 em Moçambique: Um Estudo de Modelagem Metapopulacional

Autores

DOI:

https://doi.org/10.63595/vetor.v36i1.20939

Palavras-chave:

COVID-19, Moçambique, Intervenções descentralizadas, Modelagem metapopulacional, Intervenções não farmacêuticas

Resumo

Confinamentos em todo o país frequentemente enfrentam resistência quando percebidos como excessivamente amplos ou desalinhados com as realidades locais. Conceber intervenções eficazes e sensíveis ao contexto exige compreender se as medidas centralizadas nacionais ou descentralizadas provinciais são mais adequadas. Este estudo amplia análises anteriores ao desenvolver um modelo estocástico metapopulacional para simular a transmissão da COVID-19 nas 11 províncias de Moçambique durante a primeira onda epidémica, de 22 de março de 2020 a 7 de março de 2021. A mobilidade humana foi modelada através de uma matriz de transição baseada em radiação, e o modelo foi calibrado utilizando estimativas populacionais efetivas e casos ativos reportados. Foram avaliados três cenários centrais de intervenção: mobilidade sem intervenções, mobilidade com intervenções centralizadas acionadas por gatilhos nacionais, e mobilidade com intervenções descentralizadas acionadas por gatilhos específicos de cada província. Simulações adicionais avaliaram a robustez das intervenções sob diferentes valores da eficácia do distanciamento físico ε, do limiar nacional νG e do limiar provincial νL. Os resultados indicam que as intervenções descentralizadas superaram as abordagens centralizadas, atrasando os picos epidémicos provinciais em 29 a 82 dias, com uma média nacional de 37 dias, e reduzindo as infeções acumuladas em 0,74-6,86% nas províncias, com uma redução nacional superior a 2,49%. Análises de sensibilidade mostram que maior eficácia do distanciamento físico e limiares locais mais restritivos atrasam ainda mais os picos, particularmente em províncias menos conectadas. A análise de sensibilidade global destaca a taxa de transmissão, a conectividade interprovincial e a eficácia da intervenção como os fatores mais influentes. Estes resultados sugerem que estratégias específicas por província proporcionam um equilíbrio superior entre controlo epidémico e resiliência socioeconómica em contextos com recursos limitados, e demonstram a importância de modelos espacialmente explícitos e sensíveis à mobilidade para orientar políticas de saúde pública adaptativas e o preparo para futuras pandemias em condições regionais heterogéneas.

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Publicado

2026-05-23

Como Citar

Joaquim, P., Takahash, D., & A. Pedro, S. (2026). Intervenções Descentralizadas versus Centralizadas da COVID‑19 em Moçambique: Um Estudo de Modelagem Metapopulacional. VETOR - Revista De Ciências Exatas E Engenharias, 36(1), e20939. https://doi.org/10.63595/vetor.v36i1.20939

Edição

Seção

Seção Especial XXVIII ENMC/XVI ECTM