E os trabalhadores pararam as máquinas: A greve geral em defesa de João Goulart na cidade-fábrica Rio Tinto (Paraíba, 01 de abril de 1964).
DOI:
https://doi.org/10.63595/rbhcs.v1i1.10361Resumen
A cidade-fábrica Rio Tinto - propriedade da família Lundgren e inaugurada em
1924 - presenciou a atuação de um dos mais emblemáticos movimentos operários
registrados na Paraíba. Este artigo – fundamentado em considerado material empírico -
apresenta, para tanto, um momento histórico extraordinário: a decretação de uma greve
geral em Rio Tinto no dia do golpe civil-militar de 1964, em favor do Presidente João
Goulart. Esta paralisação de resistência, seguiu orientações da C.G.T, e seus significados
obrigatoriamente se confundem com o nível de organização que os trabalhadores estavam
implementando contra os seus patrões – os Lundgren. O golpe se constitui, destarte, um
marco de coerção ao movimento operário de Rio Tinto.
Palavras
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2009 Revista Brasileira de História & Ciências Sociais

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Direitos Autorais
A submissão de originais para a Revista Brasileira de História & Ciências Sociais implica na transferência, pelos autores, dos direitos de publicação. Os direitos autorais para os artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos da revista sobre a primeira publicação. Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações indicando claramente a Revista Brasileira de História & Ciências Sociais como o meio da publicação original.
Licença Creative Commons
Exceto onde especificado diferentemente, aplicam-se à matéria publicada neste periódico os termos de uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional, que permite o uso irrestrito, a distribuição e a reprodução em qualquer meio desde que a publicação original seja corretamente citada.






