A economia da “sempre-viva” em São João da Chapada (Diamantina, MG), meados do século XX
DOI:
https://doi.org/10.63595/rbhcs.v11i22.10818Palavras-chave:
Extrativismo vegetal, Flores secas, Diamantina.Resumo
Investiga-se, no período entre os anos 1940-1970, a extração e a comercialização de sempre-vivas no distrito de São João da Chapada (Diamantina, MG). Empregando documentação cartorial, registros fiscais e de empresas, jornais locais e história oral, são analisados os agentes envolvidos, as formas de trabalho, controle da extração e de comercialização das flores. A pesquisa indica a similaridade da atividade com o garimpo e a dominante participação de mulheres e crianças na coleta de flores. E realça o papel do capital mercantil nesse ramo de atividade.Downloads
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Copyright (c) 2020 Marcos Lobato Martins

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