Cultura e desenvolvimento no Litoral Norte do Rio Grande do Sul
DOI:
https://doi.org/10.63595/rcn.v8i1.20832Keywords:
Path dependency theory, Cultural studies, elitism, clientelism, coronelismAbstract
In spite of presenting a great potential for development the North Coast of Rio Grande do Sul presents also the lowest real Human Development Index (HDI) in the State, and the highest rate of population growth. It has been hard, due to cultural, social and political factors, to have some improvements in the regional development. The lack of public policies, inefficient public management, excessive party polarization, clientelist colonial elitism, low regional and community identity, low social mobilization and welfare servility are the main reasons indicated by a group of highly qualified representatives from the most diverse sectors of regional society. The increase in Social Mobilization through listening and inclusion in public agendas, along with the support of Universities for interorganizational convergence and agreement of polarized sectors, are the main paths in order to achieve the balance of sectors and opportunities for accessing benefits, key factors for development as 70% of respondents in the survey have shown. The results are analyzed based on Douglass North's Path Dependence Theory and Elite Theory.
Downloads
References
ABRANCHES, S. H. H., O leviatã anêmico: dilemas presentes e futuros da política social. Planejamento e Políticas Públicas, Brasília, DF, n. 1, p. 7-32, 1989.
ALMEIDA, L.P., Análise de efetividade de Estudos de Impacto Ambiental - O caso do complexo industrial portuário de Suape, Dissertação de Mestrado, Pós Graduação em Engenharia Civil, Recife:UFPE, 2003.
AMARAL FILHO, J. Desenvolvimento regional endógeno: (re)construção de um conceito, reformulação das estratégias. Revista Econômica do Nordeste, v. 26, n. 3, 2002.
BARQUERO, A.V. Desenvolvimento endógeno em tempos de globalização. Porto Alegre: FEE, 2001.
BEZZI, M. L. Região como foco de identidade cultural. Geografia, v. 27, n. 1, p. 5-19, 2002.
CARVALHO, J.J. O olhar etnográfico e a voz subalterna. Horizontes Antropológicos, 15: 107-147, 2001.
CHIAROMONTE, F. & DOSI, G., (orgs.), The microfoundation of competitiveness and their macoroconomic implications, in Freeman, C. & Foray, D., Technology and the wealth of . nations, Pinter: Londres, 1992.
CORAGGIO J.L., Sobre la espacialidad social y el concepto de region. México: El colegio de México/Centro de Estudios Economicos y Demograficos, Avances de Investigación, CEED, n3, 1979.
COSTA, S. Quase crítica: insuficiências da sociologia da modernização reflexiva. Tempo Social, 16 (2): 73-100. 2004.
COSTA, E.J.M., A cultura como chave para a dependência da trajetória na teoria institucionalista de Douglas North Nova Economia, v.29 nº especial p.1359-1385, 2019.
DINCA, T., MORESCO, F., Estudo Sobre Potencial de Indicação Geográfica no Território Brasileiro, IV Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia e Desenvolvimento (SJPE&D), Anais.., Santa Maria-RS: UFSC/PPGED, 2016.
DOSI, G.; FREEMAN, C.; FABIANI, S., The Process of Economic Development. Introducing some stylized Facts and Theories on Technologies, Firms andInstitutions, Industrial and Corporate Change, v.3, p.1-45, 1994.
FURTADO, C., Desenvolvimento e Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Centro Celso Furtado / Contraponto, 2000.
GUERRA, LD., SILVA, JB. Cultura e desenvolvimento: uma visão crítica dos termos do debate. In BRASILEIRO, MDS., MEDINA, JCC., and CORIOLANO, LN., orgs. Turismo, cultura e desenvolvimento [online]. Campina Grande: EDUEPB, 2012. pp. 195-233. ISBN 978-85-7879-194-0. Disponível em SciELO Books http://books.scielo.org.
HALL, S. Pensando a Diáspora (Reflexões Sobre a Terra no Exterior). In: Da Diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Liv Sovik (org), Belo Horizonte: Editora UFMG; Brasília: Representação da Unesco no Brasil, 2003.
HIGACHI, H.Y.,Teorias do crescímento endógeno: evolucionistas-schumpeterlanos e neoclássicos-schumpeterianos, UECamp: Campinas, SP: [Tese], 1998.
MAIA, J.M., “Pensamento brasileiro e teoria social: notas para uma agenda de pesquisa”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 24 (71): 155-168, 2009.
MARTINS J.S., O poder do Atraso, São Paulo: Hucitec, 1994.
NORTH, D. Institutions, The Journal of Economic Perspectives, Vol. 5, No. 1. (1991), pp. 97-112. Disponível em http://links.jstor.org/sici?sici=0895-3309%28199124%295%3A1%3C97%3AI%3E2.0.CO%3B2-W , acesso em 11.12.21.
NORTH, D. Instituições, mudança institucional e desempenho econômico. São Paulo: Três Estrelas, 2018.
NORTH, D; MANTZAVINOS, C.; SHARIQ, S. Learning, Institutions, and Economic Performance. Perspectives on Politics, v. 2, n. 1, pp. 1-19, 2004. Disponível em: <https://philarchive.org/archive/MANLIA-3>. Acesso em: 12 abr. 2021.
POLANYI, K., A grande transformação: as origens de nossa época; tradução de Fanny Wrabel. - 2. ed.- Ria de Janeiro: Compus, 2000.
RIO GRANDE DO SUL. Fundação de Economia e Estatística – FEE, RS 2030 – Tendências Regionais, Porto Alegre:FEE. 2013.
RIO GRANDE DO SUL, Perfil Socioeconômico COREDE Litoral, Osório: COREDE, p. 47. 2015.
RUA, M.G. Análise de Políticas Públicas: Conceitos Básicos. In: RUA, M.G; VALADAO, M.I., O Estudo da Política: Temas Selecionados. Brasília: Paralelo 15, 1998
SAHLINS, M., O ‘pessimismo sentimental’ e a experiência etnográfica: porque a cultura não é um ‘objeto’ em via de extinção”. In: Mana - Estudos de Antropologia Social do Museu Nacional. Rio de Janeiro, v. 3, n. 1 e 2, UFRJ, 1997.
SAHLINS, M. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.2003.
SCHUMPETER, J., Capitalismo, socialismo e democracia, São Paulo: UNESP, 2017, 582 pg., 2017.
SCHWARTZ, R. Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades, 1991.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).



