Entrelaçando a educação patrimonial, o patrimônio cultural imaterial e os saberes quilombolas e palenqueros

Autores

DOI:

https://doi.org/10.63595/reis.v9i1.18944

Resumo

Este texto faz parte de minha pesquisa de doutorado, em andamento, em que comparo as manifestações culturais das comunidades negras rurais: Santa Rosa, no estado do Maranhão (Brasil), e San Basílio, no departamento de Bolivar (Colômbia). Considerando a legitimidade de outros saberes e valores constituintes do patrimônio cultural imaterial na América Latina, palco de disputas e desigualdades sociais desde o período colonial (Vigoya, 2020), entendemos que o “saber fazer” das mulheres de Santa Rosa e San Basílio é importante para o patrimônio cultural imaterial. Assim, uma concepção entrecruzada entre o patrimônio cultural imaterial, a educação patrimonial e as tradições culturais dessas comunidades pode provocar uma atitude decolonial, em perspectiva comparada, sobre as identidades culturais constituintes do patrimônio cultural imaterial em cada país.

Biografia do Autor

PATRICIA DE BARROS Marques, UnB

É professora na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Mestra em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional, UnB. Especialista em Educação e Cultura. Flacso.Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - Estudos Comparados sobre as Américas (PPGECsA), da Universidade de Brasília.

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Publicado

2026-05-27

Como Citar

Marques, P. D. B. (2026). Entrelaçando a educação patrimonial, o patrimônio cultural imaterial e os saberes quilombolas e palenqueros. Revista Eletrônica Interações Sociais, 9(1), 51–69. https://doi.org/10.63595/reis.v9i1.18944

Edição

Seção

Dossiê Protagonismos Indígenas e Quilombolas