Estudos sobre a assistência e controle de crianças e jovens ditas anormais e delinquentes em Santa Catarina (1930-1951)

Bruna Viana, Fernanda Biava Cassettari

Resumo


Neste trabalho procura-se discutir algumas das práticas de assistência e controle voltadas para infância e juventude considerada anormal e/ou infratora em Santa Catarina entre as décadas de 1930 e 1940. Em consonância com a política varguista, foram realizadas uma série de mudanças no âmbito da saúde pública, educacional e penal no estado, que acabaram por se desdobrar na criação de uma rede de instituições. Estão localizadas neste período a construção do Hospital Colônia Sant’Ana (HCS) e a ampliação da Penitenciária da Pedra Grande. É possível pensar, as práticas de internamento e reclusão das crianças e jovens, considerados anormais e/ou delinquentes, como resultado de uma forte normatização das condutas da população. A pesquisa surgiu do projeto de extensão e pesquisa intitulado Arquivos marginais. Ligado ao Laboratório de Patrimônio Cultural do curso de História da Universidade do Estado de Santa Catarina, o projeto conta com a coordenação da Profa. Dra. Viviane Trindade Borges.

Palavras-chave


Menores. Crime. Loucura.

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DOI: https://doi.org/10.14295/rbhcs.v8i15.378

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