Apontamentos sobre o silêncio e a lembrança.

Autores

  • Alexandre Junior de Lima e Silva UBA

DOI:

https://doi.org/10.14295/rbhcs.v7i13.301

Palavras-chave:

Memória, Política, Classe operária.

Resumo

Este artigo tem como objetivo principal apontar alguns elementos, de reflexão, sobre os mecanismos de controle e fixação da memória do povo. Procuramos traçar uma linha ampla porque entendemos que a problemática é complexa, exigindo elementos de história política e social. Estou cada vez mais propenso a pensar a memória como um sistema geral que permite a inclusão de subsistemas, a ele vinculados, ou por ele permitidos, ou ainda, contrários e contraditórios, até que surja outro sistema que o supere. Sendo assim, a história oficial dos operários da cana-de-açúcar estaria dentro deste grande sistema de memória, domesticada, mas não em sua totalidade. Ou seja, a memória das lutas seria uma ameaça constante, um gigante adormecido, uma revolução latente que precisava ser adiada pelas classes dominantes a todo custo. Mas a pergunta permanece: até quando? 

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Biografia do Autor

Alexandre Junior de Lima e Silva, UBA

Doutorando em Ciências Sociais. Universidade de Buenos Aires – UBA

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Publicado

2015-09-28

Como Citar

Silva, A. J. de L. e. (2015). Apontamentos sobre o silêncio e a lembrança. Revista Brasileira De História &Amp; Ciências Sociais, 7(13), 27–41. https://doi.org/10.14295/rbhcs.v7i13.301

Edição

Seção

Artigos Livres