Uma lei moderna X uma cultura tradicional: notas sobre reformulação do campo de atenção à infância e juventude no Brasil

Patrice Schuch

Resumo


Este texto analisa alguns aspectos da reformulação de ideias e valores associados às formas de gestão da infância e juventude, a partir da implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O objetivo do artigo é compreender os esforços de legitimação de novos atores, práticas e sentidos associados à gestão da infância e juventude a partir de uma retórica da lei – o ECA – como um instrumento civilizatório. Com base em pesquisa etnográfica sobre o assunto no Rio Grande do Sul é possível perceber uma marcante contraposição, realizada por atores diversos do campo de atenção à infância e juventude, entre uma “lei moderna” e uma “cultura tradicional” de atendimento a crianças e adolescentes no Brasil. Defende-se que essa contraposição entre lei e cultura, mais do que assumida, deve ser compreendida analiticamente

Palavras-chave


Estatuto da Criança e do Adolescente, antropologia, infância e juventude.

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