La implementación del programa nacional de fortalecimiento de la agricultura familiar en la pesca artesanal en Imbé, RS/brasil
DOI:
https://doi.org/10.63595/rcn.v7i1.18455Palabras clave:
PRONAF, Política Pública, Extensionismo Rural, Pesca Artesanal.Resumen
El Municipio de Imbé tiene su origen en la población tradicional de pescadores artesanales que actualmente se encuentran insertos en el medio urbano, compartiendo zonas de pesca con otras actividades en una ciudad urbanizada. Por tener características que los diferencian, es importante entender cómo se implementa en la pesca artesanal la Política Pública del PRONAF, creada para atender a la agricultura familiar. Utilizando conceptos dirigidos al Burócrata de Calle, en este caso el extensionista rural, responsable de la conexión entre el Estado y los pescadores, investigación documental y entrevistas a Extensionistas Rurales, se analizó cómo se da la implementación del PRONAF en el Municipio. Aunque el PRONAF comenzó a implementarse tardíamente en Imbé, se firmaron 28 contratos entre instituciones financieras y los 21 pescadores artesanales beneficiarios. Los créditos accedidos sirvieron como financiamiento e inversión, para la compra de básculas de precisión, congeladores, motores fuera de borda, pequeñas embarcaciones, camiones, vehículos de motor y materiales para la confección de hamacas. La implementación del PRONAF está directamente vinculada al trabajo del Burócrata de Calle, quien es responsable de brindar acceso al PRONAF a los pescadores artesanales.
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