A FREQUÊNCIA DE NÓDULO TIREOIDIANO DURANTE UMA CAMPANHA DA PALPAÇÃO CERVICAL NO MUNICÍPIO SÃO JOSÉ DO NORTE, RIO GRANDE DO SUL

Susi Heliene Lauz Medeiros, Maurício Göelzer da Silva, Nizele Calegaro, Júlia Mallmann, Emílio Facin, Raul Mendoza Sassi

Resumo


No atendimento ambulatorial do Hospital da Universidade Federal do Rio Grande, nos últimos 10 anos, observou-se que pacientes oriundos do município São José do Norte apresentavam nódulo tireoidiano. A prevalência de nódulos na glândula tireóide na população adulta é aproximadamente 10%. É importante excluir o câncer tireoidiano, que ocorre em 5-10% dos casos. Objetivo: Investigar a frequência de nódulo tireoidiano na campanha de palpação cervical e correlacionar a sua presença com características sócio-demográficas da comunidade pesquisada. Metodologia: Exame da região cervical em 229 pessoas, com idade superior a 15 anos, de ambos os gêneros. Utilizou-se um questionário como instrumento para a análise dos parâmetros: idade, consangüinidade, perfil sócio-econômico e história clínica da glândula tireóide. Os dados mostraram maior freqüência de nódulos na população masculina (7,64%); a idade que apresentou predomínio foi superior a 45 anos; o perfil sócio-econômico evidenciado mostrou uma baixa renda familiar, acrescida de baixa escolaridade; a consangüinidade (11,54%) pode ser um indicador do aumento da freqüência de nódulo tireoidiano. Conclui-se que a campanha da palpação cervical é um instrumento que alerta para as afecções da tireóide, pois os nódulos tireoidianos são freqüentes na clínica e observa-se um desconhecimento dos entrevistados em relação a esta glândula.

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