Cidadania e contestação social: a liberdade de crítica e a formação do Estado repressor

Rodrigo do Prado Bittencourt

Resumo


Este artigo se propõe a analisar a associação da Violência Estatal ao Sagrado e a desconstrução dessa ideologia na obra El ingenioso hidalgo Don Quijote de La Mancha, de Miguel de Cervantes. Tal desconstrução opera a partir do riso e revela o poder subversivo e contestador do “estranhamento” frente à vida social que ele causa. A Justiça deve estar a serviço do povo. A cidadania se faz em meio à liberdade. Contra os Estados Autoritários, o riso é arma subversiva de afirmação da democracia.

Palavras-chave


Cidadania; Estado; Violência; Liberdade; Princípios do Direito

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DOI: https://doi.org/10.14295/juris.v28i2.8222

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JURIS - Revista da Faculdade de Direito, ISSN: 1413-3571, E-ISSN: 2447-3855, Rio Grande/RS, Brasil. Contato: revistajuris.furg@gmail.com
 
 
 
 
 

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