https://periodicos.furg.br:443/vittalle/issue/feedVITTALLE - Revista de Ciências da Saúde2020-12-22T09:32:57-03:00VITTALLE - REVISTA DE CIÊNCIAS DA SAÚDEvittalle@furg.brOpen Journal SystemsVittalle – Revista de Ciências da Saúde / Journal of Health Sciences é uma revista multidisciplinar que possui interesse em trabalhos na área das Ciências da Saúde, Biológicas e Humanas, com metodologias tanto quantitativas quanto qualitativas. Publicada em meio impresso (ISSN 1413-3563) e eletrônico (ISSN 2177-7853), a revista possui periodicidade semestral e tem como propósito incentivar a discussão de temas em saúde a partir da interlocução entre diferentes instituições de cunho científico em âmbito nacional e internacional, a fim de ampliar os saberes construídos.https://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/10967Análise dos efeitos do uso de furosemida em pacientes submetidos a cirurgias cardíacas com o uso de circulação extracorpórea: uma revisão sistemática2020-07-02T15:56:36-03:00Daniel Allen Queiroz Rochaallen.dqr@gmail.comAna Maria Castro Ferreiracastroferreiraana@gmail.comÉlio Barreto Carvalho Filhoeliobiomedico@gmail.comLoredana Nilkenes Gomes da Costaloredananilkenes@gmail.com<p>A circulação extracorpórea (CEC) é utilizada como auxílio aos diversos tipos de cirurgias, principalmente cardíacas. Além da substituição da função cardiopulmonar, é responsável ainda, pelo controle dos balanços ácido-base e hidroeletrolíticos. O uso de diuréticos de alça são escolha da equipe cirúrgica, pois esses fármacos influenciam no débito urinário do paciente no pós- cirúrgico. A análise dos efeitos do uso de furosemida que possam influenciar no pós-operatório do paciente é o objetivo deste trabalho, de modo que haja informação direta às equipes e suas escolhas, apresentando benefícios ou efeitos adversos em seu uso. Trata-se então de uma revisão sistemática da literatura, que utilizou as bases de dados “PubMed”, “Cochrane” e “Bireme”; com os descritores “cardiopulmonary bypass”, “furosemide” e “thoracic surgery”, para a busca de artigos apenas na língua inglesa, entre o intervalo dos anos de 2007 a 2017. Na primeira etapa da busca foram encontradas 17 publicações, os autores fizeram a leitura completa, encontraram os que estavam presentes em mais de uma plataforma, e após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, restaram apenas 5 estudos que correspondiam aos objetivos propostos deste trabalho. No total dos artigos selecionados, foram analisados 4.845 pacientes. Dos cinco estudos, quatro foram classificados em dois tipos de categoria de acordo com o estágio da lesão renal, três por RIFLE, um AKIN, e um não apresentou critério de classificação. Os resultados obtidos apontam que ainda há uma escassez no estudo deste tipo de fármaco e que não há relação benéfica com seu uso, que este está associado principalmente a predisposição ao desenvolvimento de lesão renal. Em contrapartida, alguns estudos fora do intervalo selecionado, apresentaram um efeito reno- protetor associado. Com isto cabe a equipe cirúrgica uma análise sobre o paciente, identificando para cada indivíduo o melhor protocolo, a fim de garantir um melhor prognóstico.</p> <p> </p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/10977A qualidade dos estudos de intervenção em serviço social: uma revisão sistemática com metassíntese2020-06-17T19:03:23-03:00Augusto Santana Palma Silvaaugustolestat@gmail.comSheila Torres Feitosa Silvasheilinhatdb2@gmail.com<p>O Assistente Social executa ações de promoção à saúde de indivíduos em condição de vulnerabilidade social, contexto que demanda visão crítico-reflexiva. Evidências sugerem baixo número de estudos práticos. Foi realizado um levantamento sistemático da literatura, seguido da avaliação e síntese integradora (metassíntese) de estudos de natureza qualitativa. Estudos nacionais apresentaram baixa qualidade. Internacionais, alta. A presente metassíntese evidenciou presença de categorias relacionadas à formação profissional e visão científica. Evidencia-se a necessidade de estudos melhor conduzidos, de modo a assegurar que as evidências produzidas a partir da práxis deste profissional não apenas articulem eficientemente os domínios ético-político, técnico-operacional e teórico-metodológico, mas também que permitam a produção de conhecimentos e experiências capazes de propor mudanças nas principais políticas públicas que norteiam as atribuições e limitações deste profissional em âmbito do Sistema Único de Saúde.</p> <p> </p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11080Ações de controle da hanseníase na atenção primária à saúde: uma revisão integrativa2020-07-18T14:00:00-03:00Thiaskara Ramile Caldas LeiteTHIASKARACALDAS@GMAIL.COMIngrid Grangeiro Bringel Silvaingrid_gbringel@hotmail.comFernanda Moura Lanzafernandalanza@ufsj.edu.brEvanira Rodrigues Maiaevanira@bol.com.brMaria do Socorro Vieira Lopessocorrovieira@hotmail.comEdilma Gomes Rocha Cavalcanteedilma.rocha@yahoo.com.br<p>A hanseníase ainda é considerada um importante problema de saúde pública pela magnitude de pessoas que atinge e pelo alto poder incapacitante. O objetivo deste estudo foi identificar na literatura científica nacional e internacional as medidas utilizadas na Atenção Primária à Saúde para o controle da hanseníase. Trata-se de revisão integrativa da literatura onde foram avaliadas as publicações científicas nas bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line (Medline), Cumulative Index to Nursing and Allied health Literature (CINAHL), na Base de Dados de Enfermagem (BDENF), Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde (IBECS) e no diretório de revistas Scientific Electronic Library Online (SciELO). Na busca inicial foram encontrados 1234 artigos e após aplicação dos critérios de inclusão, exclusão e leitura na íntegra, selecionou-se 14 artigos, publicados entre 2006 e 2017. Identificou-se que as medidas utilizadas na Atenção Primária à Saúde para o controle da hanseníase foram: capacitação profissional, descentralização das atividades, atividades de educação em saúde, definição de atribuições profissionais e uso de instrumentos específicos na assistência de Enfermagem. Conclui-se que essas medidas de prevenção e controle estão em consonância com as recomendações mundiais e do governo brasileiro para a redução da carga da hanseníase, evidenciando os esforços para a descentralização das ações na Atenção Primária à Saúde.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11229Eficácia das plantas medicinais Cynara scolymus L. e Silybum marianum (L.) Gaertn em relação ao dano hepático: um estudo de revisão2020-08-05T11:01:50-03:00Eliana Alfenas Nogueira Milagresel_nutri@hotmail.comBerdj A. Meguerianbbb@gmail.comVania Santos Carvalhosantoscarvalho@hotmail.comValéria Lobatolobato@yahoo.comLiziene de Souza Arrudalizienefarma@gmail.comMaria Angélica Fiutfiut@gmail.com<p>As plantas medicinais têm sido utilizadas como fonte alternativa no tratamento de doenças hepáticas, cabendo destacar a Alcachofra (<em>Cynara scolymus L.) </em>e o Cardo mariano (<em>Silybum marianum)</em>, que atualmente vêm apresentando evidências de efeitos hepatoprotetores. O presente artigo tem como objetivo buscar evidências científicas acerca da efetividade hepatoprotetora destas plantas. Trata-se de revisão de literatura com seleção criteriosa da produção científica das plantas medicinais mencionadas acima, os quais foram selecionados 19 artigos que preencheram os critérios estabelecidos. Para tal foram consultadas as seguintes bases de dados: Scientific Eletronic Library online (SciELO), Pubmed, Science Direct e OVID. Os resultados apontaram para escassez de estudos clínicos em relação ao efeito hepatoprotetor da <em>Cynara scolymus </em>frente ao dano hepático. Por outro lado, os estudos pré-clínicos e clínicos da <em>Silybum marianum</em> mostraram avanços em relação ao efeito anti-inflamatório. Embora a maior parte (63%) dos estudos serem experimentais, os resultados parecem promissores em relação ao efeito hepatoprotetor. Portanto, consideramos que as plantas em questão podem ser uma boa alternativa para o tratamento hepático, no entanto, existe a necessidade de mais investimento em estudos clínicos randomizado em humanos, com amostra estatisticamente significativa para melhor elucidar a utilização das mesmas frente aos danos hepáticos.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11256Religiosidade e Espiritualidade na saúde ambiental, mental e coletiva: um panorama por caminhos virtuais2020-11-09T21:10:34-03:00Monique de Lima Fonseca Rodriguesmoniquelfonseca@gmail.comMarcia Gomide da Silva Mellogomide@iesc.ufrj.br<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a saúde ambiental é o campo de atuação da saúde pública que se ocupa das formas de vida, das substâncias e das condições em torno do ser humano, que podem exercer alguma influência sobre a saúde e o seu bem estar. Apresenta-se a relação entre os conceitos de religiosidade e espiritualidade, na perspectiva da transcendência da Saúde, baseada no seu conceito ampliado definido pela OMS na carta de Ottawa, seguida do respectivo glossário. A metodologia proposta foi a procura na ferramenta de busca <em>Google</em>, com o objetivo de identificar grupos brasileiros atuantes tanto na pesquisa, como em atividades de assistência, formação e comunicação. Os unitermos utilizados foram subdivididos em três conjuntos iguais (identificados como 1, 2 e 3), com duas variações de termos ao final. Na primeira variação buscou-se pelos conjuntos (1) <em>saúde,</em> <em>espiritualidade</em>; (2) <em>medicina,</em> <em>espiritualidade; </em>(3) <em>saúde mental, espiritualidade, </em>somando-se o termo <em>universidade</em> para buscar centros formadores<em>.</em> E na segunda variação trocou-se o termo <em>universidade </em>por <em>núcleo</em>. Foram identificadas 46 instituições de ensino superior (IES). Ao se acrescentar o unitermo núcleo, foram verificados 28 núcleos, ou ligas, distribuídos, inclusive por outras universidades públicas não constantes na primeira tríade de termos. Com o objetivo desse trabalho analisa-se a situação, possibilidades e desafios para a ciência. Concluímos que a ferramenta de busca virtual de fácil acesso permitiu identificar diversos centros acadêmicos universitários distribuídos por praticamente todo o território nacional, organizados em núcleos, ligas acadêmicas e mesmo disciplinas de graduação.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11286Uso do óleo essencial derivado da Alpinia Zerumbet na espasticidade decorrente de lesão nervosa central – Uma revisão sistemática2020-09-03T10:49:41-03:00Patrícia Caroline de Oliveira Lencinapatriciacaroline977@gmail.comAndriele Gonçalves Vilaverdeandrielevilaverde@hotmail.comAndré Luís Ferreira Meirelesmeireles.alf@gmail.com<p>A espasticidade é um fenômeno que ocorrerá devido a lesão no neurônio motor superior, e pode ser definida como uma hiperexcitabilidade do reflexo de estiramento. Recentemente um óleo essencial derivado de uma planta conhecida como <em>Alpinia Zerumbet</em>, e comercializado como fitoterápico, vem sendo usado para modular a espasticidade causada por doenças neurológicas como o Acidente Vascular Encefálico (AVE) e Paralisia Cerebral (PC). O objetivo desse estudo foi sumarizar as evidências sobre os efeitos do óleo essencial derivado da <em>Alpinia Zerumbet</em> (OAZ) em pacientes com espasticidade<em>. </em>Trata-se de uma revisão sistemática. Artigos que envolvessem o uso do OAZ no tratamento da espasticidade em doenças neurológicas foram pesquisados nas seguintes bases de dados: Scielo, Lilacs, Pubmed, PEDro, EMBASE e Google Acadêmico. Estudos que investigassem a ação do OAZ sobre lesões nervosas periféricas ou condições não neurológicas, estudos de revisão e estudos pré-clínicos, foram excluídos desse estudo. A escala PEDro e a ferramenta <em>Quality assessment tool for before-after (pre-post) studies with no control group</em> foram utilizadas para avaliação metodológica dos estudos. Cinco estudos foram selecionados seguindo os critérios de inclusão. Desses, dois ensaios clínicos controlados randomizados, dois ensaios clínicos quase-experimentais e um era uma série de casos. As populações estudadas nesses artigos foram AVE, PC e lesão medular, e os principais desfechos avaliados foram espasticidade e função motora. A administração do OAZ associada a cinesioterapia foi capaz de diminuir a espasticidade muscular e melhorar função de pacientes neurológicos. Entretanto, devido a fragilidade metodológica encontrada nas atuais evidências, ainda não é possível atestar sua eficácia.</p> <p> </p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11770Efetividade da mobilização neural no tratamento da dor na síndrome do tunel carpo: revisão da literatura2020-09-30T12:31:29-03:00Emmanuel Antônio Dias dos Santosemmanuel.a.d.santos@gmail.comCarlos Alexandre Batista Metzkerprof.metzker@yahoo.com.br<p>A Síndrome do Túnel do Carpo (STC) é responsável por grande parte das neuropatias compressivas, acometendo cerca de 1,5% a 3,5% da população mundial. Trata-se de uma condição patológica que ocorre com maior frequência em mulheres com faixa etária entre 40 e 60 anos, é relacionada com atividades laborais onde há tarefas manuais de esforço repetitivo, podendo desencadear limitações funcionais no indivíduo. O objetivo do estudo foi verificar, por meio de revisão bibliográfica, os efeitos da Mobilização Neural (MN) sobre a dor de indivíduos com STC. Foi realizada uma revisão da literatura sobre os efeitos da MN na dor de indivíduos com STC nas bases de dados Scielo, Pubmed e PeDro. Foram analisados ao todo 118 artigos, destes, cinco foram considerados de acordo com os critérios de inclusão desta pesquisa. Concluiu-se que a MN pode ser uma alternativa para o tratamento da dor em pacientes com STC. Entretanto, quando comparada a outras terapias como ultrassom, laser de baixa intensidade e cirurgia, os resultados foram similares para a melhora da dor.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11872Os motivos da hesitação dos pais em vacinar: revisão integrativa da literatura2020-10-12T13:10:57-03:00Carla Mendescguerreiromendes@gmail.comIsabel Claraisabelclara_4@hotmail.comSílvia Oliveirasilvia.p.r.oliveira@gmail.comRui Pedro Gonçalvesruigonsalves@gmail.com<p>A vacinação representa uma das mais importantes descobertas da medicina, estimando-se que previna anualmente, cerca de seis milhões de óbitos em todo o mundo. A hesitação em vacinar tem vindo a aumentar nos últimos anos, assistindo-se mesmo a movimentos anti vacinais que colocam em questão a efetividade das vacinas, com fundamentos baseados na existência de mais malefícios, que benefícios. Objetivou-se identificar na literatura internacional as causas da hesitação dos pais em vacinar. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, com base na seguinte questão de pesquisa: Quais os fatores que contribuem para a hesitação dos pais/cuidadores em vacinar os filhos? A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados CINAHL e MEDLINE, entre 2014 e 2019, através dos descritores: child* OR adolesc* AND vaccination OR vaccine OR immunization AND adherence; AND anti-vaccination AND hesitation. Após filtragem e aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, obteve-se um total de 13 artigos. Fatores sociodemográficos e familiares, políticas de saúde nacionais, acesso à informação e sentimentos e comportamentos dos pais, constituem aspetos relevantes para a hesitação dos pais à vacinação e consequente recusa em vacinar. Em conclusão, o conhecimento dos fatores subjacentes à hesitação em vacinar, é essencial para que os enfermeiros planeiem a sua intervenção, no sentido de promoverem a adesão à vacinação pela população, com base no correto esclarecimento sobre os benefícios da mesma, quer para a saúde individual, como para a saúde pública.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11921Terapias adicionais a plasmaférese como tratamento da púrpura trombocitopênica trombótica2020-10-26T10:12:55-03:00Brunna Rafaela do Amaral Azevedobrunna@hotmail.comIsabella de Souza Motasouzamota@gmail.comMilton Rego de Paula Júniormilton.junior@ceub.edu.br<p>A púrpura trombocitopênica trombótica (PTT) é uma doença rara que possui caráter adquirido ou congênito, tendo como características intrínsecas a ambas a oclusão difusa da microcirculação por trombos, distúrbios neurológicos, trombocitopenia, disfunção renal e anemia hemolítica microangiopática. A fisiopatologia da PTT é ocasionada pela presença de multímeros de Fator de Von Willebrand (FvW) de alto peso molecular e deficiência da metaloprotease ADAMTS13. As terapias para o PTT variam entre a infusão de plasma fresco congelado (PFC) ou plasma de 24 horas para corrigir a deficiência da ADAMTS13, plasmaférese para retirada de dos multímeros e autoanticorpos anti-ADAMTS13, pulsoterapia com corticoides, utilização de anticorpos monoclonais quiméricos visando a diminuição da produção de autoanticorpos, e anticorpos específicos para FvW.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12084Cerâmicas odontológicas na confecção de facetas laminadas: qual a melhor escolha?2020-10-26T10:22:44-03:00Lairds Rodrigues dos Santoslairds_odonto@yahoo.com.brClaudia Maria Coelho Alvesclaudiacoelho@cc.com<p>A demanda por restaurações estéticas tem resultado em um aumento do uso das cerâmicas dentais, constituindo a principal alternativa de material restaurador. Além de proporcionarem um grande mimetismo das estruturas dentárias elas promovem a restauração da camada dentária perdida, devolvendo a resistência mecânica ao dente e garantindo a estabilidade de cor. O propósito desta revisão foi mostrar as possibilidades da reabilitação estética com cerâmicas odontológicas para tratamento restaurador com facetas laminadas. Artigos científicos, disponíveis nas bases de dados Pubmed, Google acadêmico, Scielo, portal Capes e em revistas relacionadas ao assunto foram consultados. Também foram pesquisados livros e websites. Verificou-se na literatura pesquisada que o principal material de escolha para a confecção de facetas laminadas é o dissilicato de lítio, pois quando comparada aos outros, eles apresentam uma melhor capacidade adesiva, aperfeiçoamento no processo de confecção laboratorial, resistência flexural triplicada, além de excelente estética, translucidez, opacidade e fluorescência semelhantes ao do dente. As porcelanas à base de dissilicato de lítio são as mais indicadas para a confecção de facetas laminadas por apresentarem maior resistência flexural, excelente estética e melhor capacidade adesiva em comparação a outras cerâmicas odontológicas.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12218Medo odontológico e cárie dentária em crianças: uma revisão crítica da literatura 2020-10-29T14:42:12-03:00Isla Camilla Carvalho Laureanocarvalhoisla@gmail.comLunna Fariaslunna_farias@hotmail.comLiege Helena Freitas Fernandesliege_helena@hotmail.comAlessandro Leite Cavalcantialessandrouepb@gmail.com<p>O medo odontológico é um problema grave que afeta negativamente a saúde bucal. Esta revisão crítica da literatura objetivou identificar os estudos existentes sobre o medo odontológico associado à experiência de cárie dentária em crianças. Tratou-se de estudo bibliográfico realizado nas bases de dados PubMed, Web of Science e Scopus, por meio dos artigos indexados até outubro de 2019. Os termos utilizados foram: “<em>Dental fear</em>”, “<em>Dental anxiety</em>”, “<em>Dental caries</em>” e “<em>Children</em>”. As informações coletadas foram: autor, o ano de publicação, país, desenho do estudo, número amostral, faixa etária (em anos), o instrumento utilizado para avaliar o medo odontológico e os principais resultados. Os dados foram analisados utilizando-se o Microsoft Excel, sendo apresentados descritivamente. Foram obtidos 533 artigos e 28 foram incluídos. A maioria dos estudos foram realizados por pesquisadores brasileiros (32,1%). O número de participantes variou de 99 a 2734 crianças. A idade mais frequente foi de 12 anos (59,3%) e o instrumento mais utilizado foi o questionário <em>Children’s Fear Survey Schedule-Dental Subscale</em> (CFSS-DS) (32,1%), com os respondentes sendo as próprias crianças (82,1%). A prevalência de medo odontológico variou de 5,2% a 66,0%, e os valores de escore médio variaram de 1,50 a 37,0. Os estudos sobre o medo odontológico associado à experiência de cárie dentária em crianças foram realizados em maior número no Brasil, utilizando o questionário CFSS-DS. Existe ampla variabilidade na prevalência e valores de escore médio em diferentes países.</p> <p> </p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12408Expediente2020-12-14T19:34:57-03:00Corpo Editorialvittalle@furg.br2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12303Artigo: Da Silveira TB, Tavella RA, Fernandez JB, Ribeiro APFA, Garcia EM, da Silva Júnior FMR. Perfil epidemiológico de recém-nascidos internados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal em hospitais universitários no extremo Sul do Brasil. Vittalle 2020; 32(2): 46-54.2020-11-13T13:54:36-03:00Thiago Martinsthiagogsmartins@yahoo.com.br<p>Como comentários ao artigo “Perfil epidemiológico de recém-nascidos internados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal em hospitais universitários no extremo Sul do Brasil.” (1) publicado na sua estimada revista (volume 32, número 2, 2020), gostaria de complementar alguns pontos.</p> <p>O artigo demonstra que a prematuridade, baixo peso ao nascer, perímetro cefálico reduzido e doenças respiratórias foram os desfechos desfavoráveis mais prevalentes entre os recém nascidos internados (1). A prematuridade aumenta a prevalência da retinopatia da prematuridade que está entre as principais causas de cegueira prevenível nessa faixa etária (2,3). Isso demonstra a necessidade de capacitação adequada dos médicos para lidar com essas patologias. A formação de especialistas em retinopatia da prematuridade e muitas vezes inadequada, que muitas vezes discordam dos critérios clínicos utilizados na avaliação dos estágios da retinopatia da prematuridade (4).</p> <p>Esses problemas podem ser solucionados com a melhor capacitação dos médicos generalistas na triagem de problemas oftalmológicos, como com o desenvolvimento de modelos de ensino para o treinamento do teste do reflexo vermelho (5). Outra alternativa é o desenvolvimento de novos equipamentos que auxiliem a captura da imagem da retina dos prematuros e permita o adequado acompanhamento desses pacientes por programas de telemedicina (6).</p> <p>Outra solução para o aumento de demanda de patologias oftalmológicas em recém nascidos e o desenvolvimento de algoritmos de inteligência artificial que permitem uma análise automática das imagens, avaliando alguns graus de retinopatia da prematuridade, principalmente avaliando a forma plus da doença, que possui um aumento da tortuosidade vascular. Contudo, os algoritmos ainda possuem uma dificuldade de avaliar adequadamente as imagens da periferia da retina do recém-nascido, que são os locais de maior interesse, já que a vascularização da retina só atinge a região periférica com o adequado desenvolvimento desses pacientes (7)</p> <p>Dessa forma, o conhecimento do perfil dos recém nascidos das unidades de terapia intensiva são importantes para o desenvolvimento de políticas públicas adequadas de triagem das patologias mais prevalentes. Essas políticas podem englobar uma adequada formação dos profissionais de saúde, além do uso da tecnologia como o desenvolvimento de programas de telemedicina ou inteligência artificial. O retorno desse investimento e garantido pela redução de importantes causas de cegueira preveníveis devido ao aumento do número de prematuros de risco.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11089Avaliação da adesão ao tratamento medicamentoso de pacientes idosos atendidos em um Ambulatório de Geriatria2020-08-05T10:47:37-03:00Ellen Oliveira da Trindadeellentrindade@live.comRosa Águida Donosora de Melo Soutorosaguida@hotmail.comGislayne Azevedo de Campos Alvesgislaynealves@bol.com.brHemerson Iury Ferreira Magalhãeshemersonufpb@gmail.com<p>O objetivo deste trabalho foi avaliar a adesão à terapia medicamentosa, por pacientes idosos atendidos pelo serviço ambulatorial de geriatria, em Hospital Universitário localizado em João Pessoa – Paraíba. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, com abordagem quantitativa. Foram incluídos os pacientes de ambos os sexos, com 60 anos ou mais, que possuíam consultas agendadas e estavam em uso regular de medicamentos. A amostra compôs-se de 88 idosos, a coleta de dados foi realizada através de uma entrevista realizada antes da consulta médica. Foram utilizados dois instrumentos: um questionário contemplando variáveis socioeconômicas e inerentes ao uso de medicamentos, seguido da Medida de Adesão aos Tratamentos (MAT). Os dados foram analisados através do programa estatístico IBM SPSS® versão 20.0 para Windows®. Os resultados demonstraram uma população com 72,6 ± 7,4 anos, majoritariamente feminina (78,4%). A partir da aplicação da MAT a frequência de não adesão ao tratamento medicamentoso foi de 40,9%, enquanto que 59,1% foram considerados aderentes. A polifarmácia foi relatada por 50% dos idosos, 82,9% eram hipertensos e apenas 12,5% informou nunca ter se esquecido de tomar os medicamentos. A dificuldade em aquisição destes foi relatada por 46,6%, e 52,3% dependem em parte da distribuição de medicamentos básicos e especializados através do SUS. Apesar da maioria dos idosos terem se mostrado aderentes ao tratamento medicamentoso, um número importante foi considerado não aderente. A busca por melhores índices de adesão deve ser objetivada por toda a equipe de saúde, visando uma melhor qualidade de vida para os idosos usuários de medicamentos.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11301Perfil clínico, epidemiológico e microbiológico dos pacientes internados no setor de cirurgia geral do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco2020-08-07T14:19:22-03:00Yasmin Bione Diniz Amandoyasminbionediniz@gmail.comBruno Saraiva Bezerra Medradobrunosbmedrado@gmail.comSandra Lúcia Lodi Peresperes_sandra@yahoo.com.brHugo Alessi Soareshugo.alessi@univasf.edu.brCarine Rosa Nauecrnaue@yahoo.com.br<p>Infecção Hospitalar é aquela adquirida após a admissão do paciente, cuja manifestação ocorreu durante a internação ou após a alta e é considerada um problema de saúde pública. Este trabalho tem como objetivo analisar o perfil clínico, epidemiológico e microbiológico de pacientes internados no setor de Cirurgia Geral no Hospital Universitário da UNIVASF, no período de março a setembro de 2018. Foi realizado um estudo retrospectivo com abordagem quantitativa, tendo como fonte de informação prontuários eletrônicos e dados disponibilizados pelo Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHU). As variáveis analisadas para o perfil clínico e epidemiológico foram idade, sexo, procedência, motivo de internação, período de internação, quantidade de dias de internação, necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a quantidade de dias que permaneceu nesta unidade, uso de antimicrobiano prévio,número de cirurgias realizadas e foco principal da infecção.Já o perfil microbiológico teve como base todas as culturas positivas. Os dados foram tabulados no aplicativo GOOGLE FORMS e sintetizados em gráficos e tabelas para análise descritiva dos dados. Foram selecionados para participar do estudo 66 pacientes com culturas positivas. Separou-se quanto ao foco da infecção, 45,5% foram de origem abdominal, 34,8% torácicas/pulmonares, 12,1% de partes moles, 4,5% mistas e 3% de infecção de ferida operatória. Dentre as bactérias mais encontradas se destacaram <em>Acinetobacter baumannii</em>, <em>Escherichia coli</em>, e <em>Klebsiella </em>sp. Em relação ao perfil dos isolados, no geral, pode-se observar uma elevada resistência aos antibióticos analisados. Pode-se concluir que a maioria dos pacientes foram do sexo masculino, provenientes da emergência e as infecções estão mais relacionadas ao abdômen e ao tórax.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11422Condições sociais e clínicas associadas à promoção de saúde em pacientes com fissuras labiopalatais atendidos em um centro de referência 2020-08-21T11:46:34-03:00Sarah Lindsen Souza Corsinisarahcorsini@hotmail.comLarissa Fátima Carvalholarissa_2697@hotmail.comLorena Carvalho Araújolorenacaraujo@gmail.comKarolinne Becker Moreirakarolinnebecker@yahoo.com.brAlessandra dos Santos Danziger Silvérioalessandra.danziger@unifenas.brGérsika Bitencourt Santosgersika@bol.com.brCláudio Daniel Cerdeiradaniel.cerdeira.84@gmail.comAsafe Costa Lopesasafecosta@gmail.com<p>Analisou-se através de prontuários e questionários semiestruturados os fatores sociodemográficos e clínicos que interferem na promoção de saúde de pacientes com fissuras labiopalatais (FLP), atendidos em um centro de referência no Sul de Minas Gerais, Brasil, entre 2016 e 2017. Entre os 202 pacientes, com idade de 1 a 10 anos, houve predominância do sexo masculino (62,38%), declarados leucoderma (82,67%) e pertencente a classe socioeconômica C (67,32%). O grupo sanguíneo O positivo foi o mais frequente. Quanto ao tipo de FLP, as pós-forame incompleto, pré-forame incompleto e transforame completa esquerda foram as mais comuns, e os tratamentos cirúrgicos mais frequentes foram a queiloplastia e a palatoplastia. Acompanhamento com fonoaudiólogo foi relatado pela maioria dos entrevistados. Quanto aos familiares, 70,8% das mães fizeram suplementação com ácido fólico durante a gestação e, 55,44% dos pacientes com FLP tiveram peso ao nascimento entre 3.000 e 4.000 gramas. Por outro lado, foi relatado em considerável frequência (30,7%) um histórico de familiares com alguma alteração craniofacial congênita, além de exposição ocupacional a teratógenos por uma parcela das mães. Quanto as comorbidades, as doenças respiratórias, alergias e anemia ocorreram em maior frequência. A frequência de pacientes com histórico familiar para alterações congênitas, associados à uma exposição ocupacional das mães, bem como as classes econômicas menos favorecidas sendo as mais suscetíveis à doença, são fatores que reforçam a plausível etiologia multifatorial das FLP. Ainda, fatores sociais e clínicos interferem na promoção de saúde dos pacientes com FLP. </p> <p> </p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11454An analysis of risk classification in a public hospital in Brazil: an approach basing in nurses’ work2020-09-28T09:49:22-03:00João Paulo Funchalfunchaljoaopaulo@gmail.comCleo Zanella Billacleo.billa@gmail.comDiana Francisca Adamattidianaadamatti@furg.br<p>In this paper, the main idea is presented how the nurses do the risk classification in a public hospital, since, although there is a set of rules for defining each patient’s classification, in practice it is a very subjective activity. The present study was performed at the Dr. Miguel Riet Corrêa Junior University Hospital, in Rio Grande city, in south Brazil. The data were collected from patients between the year 2012 and 2017 in emergency department during the risk classification. The Brazilian protocol to risk classification in emergency department was defined as a law just in 2009 by Healthy Ministry. However, the university hospital just putted into operation its system in 2012. As results of our study, we can conclude that the risk classification is very subjective, since the classification is dependent of each nurse and the time of the work, because when there are many people in the emergency department, the classification differs.</p> <p> </p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11618Conhecimento dos profissionais de ginecologia e obstetrícia sobre a doença inflamatória pélvica em um hospital de referência em Pernambuco2020-08-15T21:27:31-03:00Érica Soares Gomes da Silvaerica.soaresgs@gmail.comJosé Vitor Terêncio Silvavitor.terencio97@gmail.comAmanda Maria Soares de Andradeamandiinhandradee@gmail.comGeorge Augusto da Fonseca Carvalho Antunes Limageorgecarvalho134@gmail.comAurélio Antônio Ribeiro da Costaaureliorecife@gmail.comAna Carolina Barbosa Pordeuscarolinapordeus@gmail.comAlan Chaves dos Santosalanchavesds@gmail.com<p>Objetivou-se analisar o conhecimento e cumprimento dos profissionais de Ginecologia e Obstetrícia (GO) do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), acerca dos critérios diagnósticos e terapêuticos da Doença Inflamatória Pélvica (DIP). O trabalho consiste um estudo transversal composto por 53 residentes e especialistas de GO do IMIP, obtidos por busca ativa de Janeiro a Junho de 2019 e coletados através de questionários montados pelos pesquisadores. Fez-se a análise pelo programa STATA 12.1. Da amostra, 41 eram do sexo feminino; sete, do masculino e cinco não responderam. A mediana das idades foi de 30 anos. Do total de profissionais, 60,4% acertaram os três critérios diagnósticos maiores do Ministério da Saúde (MS). Além disso, três e 26 participantes assinalaram todos os critérios menores e elaborados, respectivamente. Em relação ao tratamento ambulatorial, 83% identificaram corretamente o esquema proposto pelo MS e 18,9%, o pelo <em>Center for Disease Control and Prevention</em> (CDC). Sobre o tratamento hospitalar, 44 profissionais determinaram corretamente um dos esquemas do MS, porém apenas um acertou os dois presentes no questionário. Os tratamentos do CDC foram identificados corretamente por 39 participantes. Em conclusão, ainda existem dificuldades no conhecimento e na aplicabilidade dos critérios diagnósticos e terapêuticos da DIP entre os profissionais da instituição, devido à grande divergência de informações na literatura.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11759Ambiente e conceitos de computação em nuvem: implementação de um banco de dados para uso no segmento hospitalar2020-09-03T11:02:27-03:00Thiago Martinsthiagogsmartins@yahoo.com.brTulio Cezar Alves Souzatcasouza@gmail.comMarcio Alexandre Marquesmarcio.a.marques@unesp.brAugusto Voltaire do Nascimentofarut@uol.com.brPaulo Schorpschor@pobox.com<p>Uma ferramenta foi desenvolvida utilizando um banco de dados em nuvem para auxiliar profissionais de saúde. Dessa forma, uma aplicação foi implementada para o uso hospitalar com a finalidade de colaborar nas atividades laborais de médicos, enfermeiros e todos os demais envolvidos no cotidiano de um estabelecimento da área da saúde, inclusive os pacientes. Escolheu-se o banco de dados da Oracle como base do desenvolvimento da ferramenta. A implementação do software permitiu a otimização da rotina de trabalho dos profissionais de saúde. Além disso, como a aplicação está baseada em nuvem pública, o seu uso e acesso são facilitados através de diferentes dispositivos como <em>laptops</em>, <em>tablets</em> e <em>smartphones</em>. Isso também permite ao hospital compartilhar o sistema com outros hospitais, clínicas e laboratórios parceiros sem grandes dificuldades, com o objetivo de unificar a base de informações e trabalhar de forma coordenada para obter melhores resultados.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11793Uso de psicoestimulantes em estudantes do curso de Odontologia de uma universidade privada do sul de Minas Gerais 2020-10-04T10:26:48-03:00Ligiane Vilela Tozziligianetozzi@gmail.comMaria Paula Vecchi Amorimvecchiamorim@hotmail.comRafaela Silva Martins Vellosorafaelavelloso@icloud.comGérsika Bitencourt Santosgersika.santos@unifenas.br<p>Universidades da área de saúde, entre elas as odontológicas, têm sido reconhecidas como fontes de estresse durante a formação de seus acadêmicos. O estresse e o desconforto psicológico acentuado, são considerados motivos frequentes de comportamentos prejudiciais à saúde física e psicológica nesses estudantes. Dessa forma muitos estudantes utilizam de maneira indiscriminada, fármacos que estimulam o sistema nervoso central, para suprir o cansaço da faculdade. O presente trabalho teve como objetivo detectar o uso de fármacos psicoestimulantes pelos estudantes do curso de Odontologia de uma universidade privada do sul de Minas Gerais. A pesquisa foi desenvolvida através de um questionário padronizado e de autopreenchimento, específico sobre o uso de psicoestimulantes. Foram aplicados 200 questionários, distribuídos entre os alunos de Odontologia do 1º ao 8º período de uma Universidade Privada do Sul de Minas, sendo respectivamente 25 alunos de cada período. A inserção de psicoestimulantes no meio acadêmico se mostra cada vez maior, uma vez que a vida acadêmica demanda concentração, disposição do indivíduo e bom rendimento escolar. Nesse estudo, 74,5% dos entrevistados afirmaram utilizar ao menos uma substância psicoestimulantes, como, cafeína, bebidas energéticas, cloridrato de metilfenidato, entre outros. Embora a utilização de tais substâncias apresente muitos efeitos colaterais, os resultados apontaram que uma parcela significativa dos estudantes mantém a utilização destas substâncias psicoestimulantes, demonstrando que estão em busca de efeitos imediatos da medicação, descartando as consequências a curto e longo prazo.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11819Saberes sobre a malária: um estudo qualitativo baseado no Distrito do Lago, Província de Niassa (Moçambique – África)2020-10-28T11:23:44-03:00Agostinho Viana Limaalima@unirovuma.ac.mzFernando Mitanofmitano@unilurio.ac.mz<p>Procurou-se compreender o modo como a população do Distrito do Lago (Província de Niassa, Moçambique) percebe, previne e trata a malária. Trata-se de um estudo de cunho qualitativo, centrado na abordagem de modelos explicativos da doença, que contou com a participação de membros de agregados familiares, profissionais de saúde e médicos tradicionais. A coleta de dados aconteceu por meio de entrevistas, orientadas por um roteiro semiestruturado, realizadas nos meses de Setembro e Novembro de 2019 em 8 povoados do Distrito do Lago. Os resultados revelaram um entendimento de que a malária é uma doença causada pela picada de mosquito, perigosa e que mata quando não evitada (pelo uso da rede mosquiteira e a limpeza do pátio) e tratada através do Coartem<sup>®</sup> (arteméter + lumefantrina). Não obstante, a adesão às medidas convencionais prevenção e tratamento é determinada por factores socioeconómicos e estruturais, o que faz com que a população recorra a outras alternativas de prevenção e de tratamento ou de obtenção do Coartem<sup>®</sup>. Com isso, pode-se dizer que a noção, a prevenção e o tratamento da malária pela maioria dos participantes assentam-se na perspectiva biomédica, ao passo que o modelo popular de prevenção e tratamento configura-se como alternativa ou complemento, sobretudo para as pessoas mais necessitadas.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11879Uso da avaliação multidimensional em idosos com Diabetes mellitus na Atenção Primária à Saúde: um estudo piloto2020-11-03T19:11:51-03:00Juliete Coelho Gelsleuchterjulietecoelholll@gmail.comKarina Silveira de Almeida Hammerschmidtksalmeidah@ufpr.brJuliana Balbinot Reis Girondijuliana.balbinot@ufsc.brMelissa Orlandi Honório Locksmelhonorio@hotmail.comLaura Cavalcanti de Farias Brehmerlaura.brehmer@ufsc.brAnderson Abreu de Carvalhoanderson.imbituba12@gmail.com<p>O <em>diabetes mellitus</em> representa importante causa de morbidade e mortalidade na população idosa, associado a hábito alimentares inadequados, sedentarismo e fatores socioeconômicos. Aspectos preventivos e o tratamento adequado são fundamentais para a manutenção da qualidade de vida nesses indivíduos. Assim, objetiva-se identificar os itens da avaliação multidimensional utilizados na consulta de enfermagem ao idoso com <em>diabetes mellitus</em>. Trata-se de estudo piloto do tipo caso múltiplo holístico, conduzido em 19 idosos diagnosticados com <em>diabetes mellitus</em> e usuários da Unidade Básica de Saúde de São José, Santa Catarina. Brasil. A coleta de dados ocorreu em 2017 e deu-se por análise descritiva analítica documental em prontuários. A idade dos idosos variou entre 61 e 82 anos, sendo 7 mulheres e 12 homens. Hipertensão e dislipidemia foram as comorbidades mais prevalentes. Os itens da avaliação multidimensional mais prevalentes foram: verificação da pressão arterial e peso (73,6%) e verificação de glicemia capilar (36,8%). Os seguintes itens da avaliação estiveram ausentes nos prontuários: alimentação e nutrição; acuidade visual; acuidade auditiva; incontinência urinaria; sexualidade; vacina; avaliação cognitiva; depressão; mobilidade; queda; avaliação funcional; e, suporte familiar. Também, foi possível identificar itens relacionados ao registro de enfermagem, com destaque para a falta de identificação e escassez de registros, e itens da avaliação multidimensional do idoso, usados nas práticas dos enfermeiros através dos registros. Neste contexto, foi evidenciado o baixo uso da avaliação multidimensional para o idoso com <em>diabetes mellitus </em>e a escassez dos registros de enfermagem.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12086Disfunções na motricidade orofacial em pacientes com Distrofia Muscular de Cinturas R2 por deficiência de disferlina2020-11-03T22:09:06-03:00Keila Maruze de França Albuquerquekeilamaruze@hotmail.comIsabella Araújo Motaisabella_mota@yahoo.com.brLarissa Nadjara Alves Almeidalarissa_nadjara@hotmail.comMaria Lucrécia Golveialucreciagouveia@yahoo.com.brPriscilla Alves Nóbrega Gambarra Soutopriscilla_ang@hotmail.comAlzira Alves de Siqueira Carvalhoalzirasiqueiracarvalho@gmail.com<p>As distrofias musculares das cinturas constituem um grupo de doenças genéticas musculares progressivas, nas quais a musculatura das cinturas pélvica e ou escapular estão predominantemente envolvidas. Os músculos da face não são comumente afetados nesta patologia, por este motivo não são frequentemente investigados em estudos. Objetivou-se identificar a existência de possíveis alterações na motricidade orofacial (MO) de pessoas com a distrofia muscular de cinturas R2 relacionada à disferlina (LGMDR2). Essa pesquisa é do tipo caso-controle, duplo cego, descritiva e transversal. Foi realizada avaliação estrutural dos órgãos fonoarticulatórios. Os dados foram registrados em um protocolo criado pelas fonoaudiólogas examinadoras, baseado na pesquisa dos sintomas mais presentes na literatura em pessoas com doenças neuromuculares, categorizados e alocados em planilha digital. Posteriormente, as variáveis foram analisadas através do teste Qui-quadrado. Utilizou-se o software estatístico R com nível de significância igual a 5%. Foram avaliados 21 homozigotos e 61 controles para a variante patogênica c.5979 dupA (p. Glu1994Argfs). A alteração da MO foi encontrada em 85,7% dos homozigotos e 27% dos controles (p-valor 0,001%), sendo as alterações da mobilidade de lábios e de assimetria facial estatisticamente significantes. Estas alterações na MO associada a LGMDR2 não foram descritos em estudos multicêntricos, sendo necessário realizar estudos com descrição de protocolo de avaliação e inclusão do fonoaudiólogo na equipe de investigação a fim de detectar se os achados são característicos da variante investigada. Em conclusão, alterações de MO, especificamente a mobilidade de lábios e a simetria facial podem estar associadas à LGMDR2.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12197Relação entre o estado nutricional materno e fatores biológicos, obstétricos e glicêmicos2020-11-09T21:11:22-03:00Priscila Alves Delgadopriscilaalvesdelgado@outlook.comLarissa Alves Fernandeslarissagabifernandes97@gmail.comThayana Ferreira Filgueirathaynara.filgueiras@unipe.edu.brRozileide Martins Candeiarozileide.martins@unipe.edu.brArabela Vieira Clementinoarabela_vc@hotmail.comKeyth Sulamitta Guimarãeskeyth.sulamitta.lima@gmail.com<p>A nutrição materna desempenha um papel importante no crescimento e desenvolvimento placentário-fetal. Este estudo teve como objetivo avaliar a relação entre o estado nutricional materno com os fatores biológicos, obstétricos e glicêmicos de mulheres que realizavam pré natal na atenção básica.Trata-se de um estudo analítico e transversal, descritivo, com abordagem quantitativa, desenvolvida com gestantes em acompanhamento pré-natal de baixo risco, na rede de atenção básica em saúde, no município de João Pessoa, Paraíba no Brasil. Aplicou-se dois questionários estruturado com informações socioeconômicas, obstétricas, nutricionais e foram coletadas informações resgistradas sobre os parâmetros hematológicos. Os dados foram tratados por meio das análises descritivas, univariadas e bivariadas. Identificou-se que 69,8% das participantes apresentavam diabetes mellitus gestacional, os níveis glicemicos apresentram relação significativa com as fatores sócio-demográficos e o consumo de calorias totais (p= 0,004) além disso, a paridade apresentou correlação com o índice de massa corporal das gestantes (p= 0,02). Os valores glicemicos do primeiro trimestre apresentaram relação positiva entre a idade materna, o estado nutricional no primeiro trimestre (r= 0,40, p= 0,007) e o consumo de calorias totais (p= 0,047). Os resultados deste estudo mostram que há relação significativa entre o estado nutricional gestacional com os fatores biológicos, obstétricos e glicêmicos, e que a condição nutricional prévia da mulher, poderá influenciar no seu estado nutricional durante toda gestação.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12220Emissões de gases de efeito estufa no estado de São Paulo: análise do setor de transportes e impactos na saúde2020-11-02T15:25:51-03:00Vinicius Pazini Leitevinipazini1234@outlook.comDaniela Deboned.debone@unifesp.brSimone Georges El Khouri Miragliasimone.miraglia@unifesp.br<p>As ações antrópicas têm sido responsáveis por incontáveis impactos negativos para a sociedade. Neste cenário, pode-se destacar as mudanças climáticas como um dos maiores desafios do século XXI, implicando em perdas socioeconômicas e à saúde global. Os grandes centros urbanos sofrem profundamente as consequências causadas pelas mudanças climáticas e degradação da qualidade do ar, bem como contribuem diretamente para a intensificação desses processos. O objetivo deste estudo foi avaliar qualitativamente as séries temporais de gases de efeito estufa e a mortalidade por causas cardiorrespiratórias do estado de São Paulo, Brasil, durante o período de 2000 a 2018. Nossos resultados demonstraram que o setor de transportes se mostrou o principal emissor de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) do estado, com média elevada de consumo de diesel, refletindo na forte correlação positiva e significativa entre as emissões e mortalidade por causas cardiovasculares e respiratórias, e assim, promovendo a importante discussão sobre a urgência de investimento em sistemas de transportes mais limpos, bem como soluções multimodais para o transporte de cargas e a necessidade de implementação de políticas adequadas de mitigação de emissões de CO<sub>2</sub>.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11800Obesidade como fator de risco para o agravamento da Covid-19: uma breve revisão de literatura2020-11-02T20:31:15-03:00Audrey Bäscher Carneiroaudrey_bio@hotmail.comDhébora Mozena Dall'Ignadhe.mozena@gmail.com<p>Atualmente, o mundo está passando por uma das piores crises relacionadas à saúde, a infecção por um novo coronavírus, agente etiológico da Covid-19, com alta taxa de transmissibilidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu que a severidade desta infecção está associada à idade avançada e comorbidades como hipertensão e diabetes. Diante disto, muitos especialistas das áreas de metabologia e endocrinologia vêm associando de igual forma a obesidade e suas comorbidades como um fator de risco à infecção por Covid-19. O objetivo do estudo foi realizar uma breve revisão da literatura correlacionando as evidências de risco associado entre obesidade e infecção por SARS-CoV-2<strong>. </strong>Foram revisados artigos científicos de bases SciELO, Google Acadêmico, Online Library e Medscape. Como resultados, foi evidenciado que a obesidade, segundo relatório da OMS, é considerada uma doença de estado inflamatório, devido à hipertrofia do tecido adiposo, causando aumento de citocinas pró-inflamatórias com inibição da secreção de adipocinas anti-inflamatórias. Esta condição modifica o <em>status</em> de defesa do hospedeiro levando a alterações no sistema imune inato e adaptativo reduzindo assim resposta à apresentação de antígenos, incluindo os de natureza viral. Conclui-se que a inflamação pode representar um “gatilho de vulnerabilidade” para o surgimento de complicações de obesos infectados por <br />SARS-CoV-2.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/11851Fatores socioeconômicos associados à expansão de casos da COVID-19 no Rio Grande do Sul2020-11-18T16:09:38-03:00Diego Pierotti Procópiodiego_pierottivrb@yahoo.com.br<p>Objetivou-se verificar quais indicadores socioeconômicos possuem a capacidade de diferenciar os grupos de municípios sul-rio-grandenses entre os níveis de ocorrências de casos acumulados de COVID-19 acima da média estadual (superior a 628,30/100 mil hab) e abaixo da média. A metodologia utilizada foi a Análise Discriminante e as variáveis selecionadas foram a taxa de casos acumulados da COVID-19, taxa de pobreza, nível de informalidade, densidade de pessoas por dormitório no domicílio e o acesso aos serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto. As bases de dados utilizadas foram o painel coronavírus RS da Secretária de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul e o Censo Demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dentre os principais resultados alcançados, verificou-se que a expansão de casos da COVID-19 nos municípios do Rio Grande do Sul está relacionada à renda, representada pelas variáveis de taxa de pobreza e nível de informalidade. Sendo assim, destacam-se a importância de políticas públicas de transferência de renda direta, como é o caso do auxílio emergencial, e de garantia da segurança alimentar e nutricional por meio de acesso a uma alimentação saudável para minimizar a expansão dos casos de COVID-19 nos municípios sul-rio-grandenses.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12021Fisiopatologia da COVID-19 e alvo farmacológico tromboimunológico 2020-10-28T11:43:47-03:00Maria Fernanda Grossi Hickmannmfghickmann@gmail.comRafael Costa Vieira AlexandreRAFAEL.ALEXANDRE@gmail.comRafaela Oliveira Gallart Morrarafaelagallart@gmail.comTayane Vasconcellos Pereiratayanevasconcellos@gmail.comShana Prisicila Coutinho Barrososhanapriscila@gmail.comMiguel de Lemos Netomdlemos@oi.com.brPedro Celso Braga Alexandrepedro.alexandre@unirio.br<p>A pandemia da COVID 19 (<em>coronavirus disease </em>2019) causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) apresenta um desafio sem precedentes para identificação de drogas que possam prevenir e tratar a doença. Dado o rápido ritmo de descobertas científicas e dados clínicos gerados pelo grande número de pessoas rapidamente infectadas pelo novo vírus, os médicos precisam de evidências precisas sobre tratamentos médicos eficazes para essa infecção. A fisiopatologia é marcada por uma hiperinflamação responsiva à infecção viral, que é deflagrada pela “tempestade de citocinas”, associada a um estado de hipercoagulação. Heparina de baixo peso molecular e heparina não fracionada são drogas que podem apresentar efetividade no tratamento. A presente revisão tem por objetivo evidenciar os achados clínicos que demonstrem a eficácia da terapia com heparina no tratamento da COVID-19. Até o presente momento muitos fármacos são utilizados em terapia combinada e a rápida expansão de conhecimento sobre a virologia do SARS-CoV-2 gera um direcionamento mais apurado na terapêutica. A pandemia de COVID-19 representa uma enorme crise de saúde pública mundial, e a velocidade e volume de ensaios clínicos buscam investigar terapias potenciais contra a infecção elucidando a capacidade e a necessidade de produzir evidências de alta qualidade durante a pandemia.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúdehttps://periodicos.furg.br:443/vittalle/article/view/12407Vittalle 35 anos: panorama e novos desafios2020-12-14T19:19:05-03:00Mariana Appel Hortmarianaappel@gmail.com2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 VITTALLE - Revista de Ciências da Saúde