Implementação da Visita Familiar Ampliada na Unidade de Terapia Intensiva Adulto de um Hospital Universitário

Autores

  • Letícia Macedo Gabarra Universidade Federal de Santa Catarina http://orcid.org/0000-0002-0312-2295
  • Camila Louise Baena Ferreira
  • Paula Adriane Lombardi

DOI:

https://doi.org/10.14295/vittalle.v32i2.9686

Palavras-chave:

Unidades de Terapia Intensiva, visitas a pacientes, equipe de assistência ao paciente, psicologia

Resumo

A admissão de pacientes em Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s) gera repercussões emocionais no indivíduo e familiares. Estas unidades remetem à gravidade da condição clínica e geralmente, possuem política restritiva de visitação. O presente artigo apresenta como objetivo descrever o processo de implementação da visita familiar ampliada - até 12 horas ininterruptas - na Unidade de Terapia Intensiva Adulto de um Hospital Universitário, sob a perspectiva da equipe de Psicologia do setor. É apresentado, conforme estabelecido junto com a equipe multiprofissional, os critérios de seleção das famílias e aspectos a serem avaliados antes de efetivar a inclusão na visita ampliada. A implementação da visita ampliada tem se mostrado viável, com boa aceitação dos familiares, pacientes e equipe. Apresenta-se como resultado, o alívio da ansiedade dos familiares e o aumento da segurança e confiança na equipe multiprofissional. Os pacientes consideram positiva a experiência da visita ampliada e apresentam maior benefício especialmente quando apresentam sintomas de ansiedade, humor deprimido, agitação, delirium conforme observado pela equipe assistencial.

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Biografia do Autor

Letícia Macedo Gabarra, Universidade Federal de Santa Catarina

Psicóloga e preceptora da Residência Multiprofissional HU-UFSC, ênfase Alta Complexidade.

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Publicado

2020-11-09

Como Citar

Gabarra, L. M., Ferreira, C. L. B., & Lombardi, P. A. (2020). Implementação da Visita Familiar Ampliada na Unidade de Terapia Intensiva Adulto de um Hospital Universitário. VITTALLE - Revista De Ciências Da Saúde, 32(2), 131–139. https://doi.org/10.14295/vittalle.v32i2.9686