Perfusão regional de membros no tratamento quimioterápico de melanoma: uma revisão de literatura

Lidia Trommer Marcos, Djuli Milene Hermes

Resumo


O câncer de pele melanoma corresponde a cerca de 3% das neoplasias malignas na pele e é o tipo mais grave de câncer de pele. De todos os casos de melanoma cutâneo primário, 50% das lesões ocorrem em extremidades. O tratamento regional e concentrado tem a capacidade de diminuir as recidivas e melhorar o prognóstico do paciente e é feito em uma dose que chega a ser até 10 vezes a dose aplicada em tratamentos sistêmicos. Após mais de 60 anos de experiência com perfusão isolada de membros (PIM), foram publicados diversos estudos que indicam resultados geralmente favoráveis a utilização desta técnica. O presente trabalho tem por objetivo, analisar os resultados obtidos nos últimos 10 anos de publicações com relação a efetividade deste tratamento contra os tumores do tipo melanoma não passíveis de remoção cirúrgica e a repercussão com relação a toxicidade local no paciente portador de melanoma em membro isolado. Vinte artigos sobre PIM para o tratamento de melanoma foram analisados para este trabalho, totalizando 1800 procedimentos. Os dados relativos à resposta ao tratamento foram analisados em 19 artigos, totalizando 1563 procedimentos, com uma média de resposta ao tratamento de 85,6%. A toxicidade local do membro tratado foi analisada em 16 artigos, totalizando 1501 procedimentos, sendo que em média 96% dos procedimentos realizados apresentaram um grau de toxicidade igual ou menor a III na escala de Wieberdink.

Palavras-chave


Perfusão Regional; Melanoma; Quimioterapia

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