Perfil epidemiológico de recém-nascidos atendidos em uma maternidade de alto risco no Sul do Brasil

Aldo Guilherme Pretti Gesser, Deise Vargas, Tarcisio Lins Arcoverde, Andressa Saorim, Fernanda Amorim Steingräber, Gabriela Yuri Stinghen, Giulia Giacomini, Alexandre Ademar Hoeller

Resumo


O cuidado adequado ao recém-nascido representa um grande desafio para a redução dos índices de mortalidade infantil no Brasil. O presente trabalho investigou o perfil epidemiológico dos recém-nascidos em uma maternidade referência de alto risco no Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo, com 3.318 recém-nascidos entre julho de 2017 e junho de 2018, atendidos no centro obstétrico de um serviço referência do SUS em alta complexidade de saúde Materno-Infantil. A maioria dos recém-nascidos era do sexo masculino, com atendimento pelo SUS em 89,33% dos casos, nasceu de parto vaginal (61,54%), a termo (idade gestacional média de 269,97 dias), com peso variando entre 485 e 5320g, e foi encaminhada ao alojamento conjunto (89,72%). Em relação às gestantes, 10,7% eram adolescentes e a maioria era primigesta (41,17%). A taxa de prematuridade foi de 17,02%. O conhecimento destes dados expressa as condições de nascimento neonatais e mostram como a prematuridade é incidente em nosso meio, fazendo-se necessária elaboração de estratégias de melhoria na assistência ao pré e pós-natal de recém-nascidos de alto risco.

Palavras-chave


maternidade; prematuridade; gestação de alto risco

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