Perfil epidemiológico de recém-nascidos atendidos em uma maternidade de alto risco no Sul do Brasil

Autores

  • Aldo Guilherme Pretti Gesser Programa de Residência Médica em Pediatria, Fundação Hospitalar de Blumenau, Hospital Santo Antônio. Blumenau, SC. https://orcid.org/0000-0002-3410-0806
  • Deise Vargas Programa de Residência Médica em Pediatria, Fundação Hospitalar de Blumenau, Hospital Santo Antônio. Blumenau, SC. Universidade Regional de Blumenau (FURB), Blumenau, SC.
  • Tarcisio Lins Arcoverde Programa de Residência Médica em Pediatria, Fundação Hospitalar de Blumenau, Hospital Santo Antônio. Blumenau, SC. Universidade Regional de Blumenau (FURB), Blumenau, SC.
  • Andressa Saorim Universidade Regional de Blumenau (FURB), Blumenau, SC.
  • Fernanda Amorim Steingräber
  • Gabriela Yuri Stinghen
  • Giulia Giacomini
  • Alexandre Ademar Hoeller Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), Palhoça, SC. Laboratório de Ciências Médicas, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, SC.

DOI:

https://doi.org/10.14295/vittalle.v31i2.8900

Palavras-chave:

maternidade, prematuridade, gestação de alto risco

Resumo

O cuidado adequado ao recém-nascido representa um grande desafio para a redução dos índices de mortalidade infantil no Brasil. O presente trabalho investigou o perfil epidemiológico dos recém-nascidos em uma maternidade referência de alto risco no Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo, com 3.318 recém-nascidos entre julho de 2017 e junho de 2018, atendidos no centro obstétrico de um serviço referência do SUS em alta complexidade de saúde Materno-Infantil. A maioria dos recém-nascidos era do sexo masculino, com atendimento pelo SUS em 89,33% dos casos, nasceu de parto vaginal (61,54%), a termo (idade gestacional média de 269,97 dias), com peso variando entre 485 e 5320g, e foi encaminhada ao alojamento conjunto (89,72%). Em relação às gestantes, 10,7% eram adolescentes e a maioria era primigesta (41,17%). A taxa de prematuridade foi de 17,02%. O conhecimento destes dados expressa as condições de nascimento neonatais e mostram como a prematuridade é incidente em nosso meio, fazendo-se necessária elaboração de estratégias de melhoria na assistência ao pré e pós-natal de recém-nascidos de alto risco.

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Publicado

2019-12-20

Como Citar

Gesser, A. G. P., Vargas, D., Arcoverde, T. L., Saorim, A., Steingräber, F. A., Stinghen, G. Y., Giacomini, G., & Hoeller, A. A. (2019). Perfil epidemiológico de recém-nascidos atendidos em uma maternidade de alto risco no Sul do Brasil. VITTALLE - Revista De Ciências Da Saúde, 31(2), 25–31. https://doi.org/10.14295/vittalle.v31i2.8900

Edição

Seção

Pesquisa