Desconhecimento de profissionais e ações de extensão quanto à esporotricose no extremo Sul do Brasil

Autores

  • Vanice Rodrigues Poester Laboratório de Micologia. Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande (FaMed-FURG), RS, Brasil Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, FaMed-FURG, RS, Brasil
  • Lisane Almeida Saraiva Prefeitura Municipal de São José do Norte, RS, Brasil.
  • Ana Carolina Pretto Laboratório de Micologia. Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande (FaMed-FURG), RS, Brasil
  • Gabriel Baracy Klafke Laboratório de Micologia. Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande (FaMed-FURG), RS, Brasil
  • Karine Ortiz Sanchotene Laboratório de Micologia. Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande (FaMed-FURG), RS, Brasil
  • Aryse Martins Melo Laboratório de Micologia. Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande (FaMed-FURG), RS, Brasil
  • Shirlei Cardone Prefeitura Municipal de Rio Grande, RS, Brasil
  • Melissa Orzechowski Xavier Laboratório de Micologia. Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande (FaMed-FURG), RS, Brasil Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, FaMed-FURG, RS, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.14295/vittalle.v31i1.8214

Palavras-chave:

Epidemiologia, Sporothrix, Zoonose, Doenças Negligenciadas, Capacitação

Resumo

Atualmente o aumento crescente e alarmante de casos de esporotricose na região Sul do Rio Grande do Sul (RS) acarreta um grave problema para a saúde pública local. Nesta linha, estudos que visem o conhecimento sobre a doença nesta região tornam-se de extrema importância para a compreensão do panorama epidemiológico. Tendo isto em vista, o estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento de profissionais da saúde sobre a esporotricose em área hiperendêmica e relatar as atividades de extensão que estão sendo realizadas neste âmbito. Foram aplicados questionários semi-estruturados a profissionais de saúde humana, de dois municípios do sul do RS, totalizando 91 entrevistados. Apesar da alta incidência da doença na região, 26% dos profissionais não conheciam a doença, e cerca de 40% apontaram erroneamente ou desconheciam o agente etiológico (38%) e a principal apresentação clínica da esporotricose (45%). Considerando a necessidade da suspeição clínica para o diagnóstico e correto tratamento da doença, ações de capacitação foram realizadas abrangendo profissionais da saúde humana e animal. Levando em consideração a alta endemicidade da doença na região, faz-se necessária uma continuidade dessas ações de extensão, com intuito de conscientização dos profissionais e da população quanto ao grave cenário atual da esporotricose, buscando frear o atual aumento do número de casos da doença nesta região.

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Publicado

2019-08-01

Como Citar

Poester, V. R., Saraiva, L. A., Pretto, A. C., Klafke, G. B., Sanchotene, K. O., Melo, A. M., Cardone, S., & Xavier, M. O. (2019). Desconhecimento de profissionais e ações de extensão quanto à esporotricose no extremo Sul do Brasil. VITTALLE - Revista De Ciências Da Saúde, 31(1), 8–14. https://doi.org/10.14295/vittalle.v31i1.8214

Edição

Seção

Pesquisa