ENTEROPARASITOSES EM CRIANÇAS ATENDIDAS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE, RIO GRANDE, RS

SABRINA RODRIGUES QUADRO DE FREITAS, LULIE ROSANE ODEH SUSIN

Resumo


Com o objetivo de estimar a freqüência de enteroparasitos em crianças que tiveram solicitação de exame parasitológico de fezes, durante consulta no Ambulatório Central do Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal do Rio Grande, foi realizado um estudo retrospectivo avaliando 335 crianças que tiveram a solicitação, entre janeiro e setembro de 2003. Dados dos prontuários revelaram que 22,2% das crianças que realizaram o exame (97,0%) estavam parasitadas. Crianças de zero a três anos foram as mais atingidas. Foram encontrados: Ascaris lumbricoides (19,1%), Giardia lamblia (2,8%), Trichuris trichiura (1,8%) e associações de A. lumbricoides e T. trichiura (1,2%) e de A. lumbricoides e G. lamblia (0,3%). Entre as crianças parasitadas, queixa digestiva foi a queixa principal mais freqüente (22,2%), e 19,4% apresentaram exame físico alterado. Mebendazol foi o medicamento mais prescrito. Os resultados revelam a importância do investimento em saúde, educação e saneamento básico, visando à eliminação das fontes de infecção.

Palavras-chave


Saúde infantil, doenças parasitárias, helmintíases, infecções por protozoários, Children’s health, parasite illness, helmintosis, protozoa infection

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DOI: https://doi.org/10.14295/vittalle.v18i2.7665

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