VISITA DOMICILIAR A CONTATOS DE PACIENTES COM TUBERCULOSE E SUA ASSOCIAÇÃO COM OS FATORES SÓCIO-ECONÔMICOS E A COBERTURA PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE RIO GRANDE, RS.

Tarso Pereira Teixeira, Raul Andrés Mendoza Sassi, Marta Cezar Vaz, Letícia Leal Leão, Silvana Monteiro Costa, Vânia do Amaral Leivas

Resumo


O objetivo do estudo foi avaliar as visitas domiciliares de doentes com tuberculose, do município do Rio Grande, RS. Aplicou - se um questionário para medir a prevalência da visita e suas associações com os fatores socioeconômicos e de cobertura pela Estratégia Saúde da Família. Dos contatos estudados, apenas 15,2% foram visitados (IC95% 8,7-20,2%). Os dois fatores que afetaram a probabilidade de visita foram, a classe econômica e a Estratégia Saúde da Família (ESF).Tomando como referência as classes ABC (mais ricas), a classe econômica D apresentou uma probabilidade de visita seis vezes maior e a classe E de 16 vezes (p=0,001). A probabilidade da população coberta pela Estratégia Saúde da Família (ESF) ser visitada foi 10 vezes maior do que a não coberta (p=0,01). Com base nestes dados, conclui-se que a prevalência de visita aos contatos é muito baixa, devendo haver uma melhora nesse serviço. Porém, ainda sendo baixa, há uma priorização das populações mais pobres e a ESF viabiliza essa situação.

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