Suplementos alimentares, imunidade e COVID-19: qual a evidência?

José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim, Juliana da Silveira Gonçalves

Resumo


Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou a COVID-19 como pandemia, e a busca por compostos que pudessem reduzir os agravos da doença ou mesmo estabelecer uma cura efetiva, se espalhou pela comunidade científica. Além de medicamentos já utilizados em outras condições, alguns estudos tem buscado evidenciar a utilização de compostos naturais, vitaminas, aminoácidos, proteínas, minerais e ácidos graxos, que possam promover benefício na resposta imunológica ou desempenharem efeitos antivirais. O presente trabalho teve o objetivo de revisar na literatura, a utilização de suplementos alimentares, em dosagens permitidas pela legislação brasileira e seu papel na melhora da imunidade ou na resposta a infecções virais. Os dados sugerem que o estado nutricional é fator determinante para uma boa resposta imunológica, e isso é alcançado no equilíbrio da disponibilidade de micro e macronutrientes. Conclui-se que, nas doses recomendadas pela legislação vigente, os suplementos alimentares apresentam impacto discreto em relação aos sintomas de agravo da COVID-19, quando analisados de forma isolada.

Palavras-chave


suplementos alimentares; imunidade; COVID-19

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DOI: https://doi.org/10.14295/vittalle.v32i1.11282

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