REFLEXÕES TEÓRICAS SOBRE O ALINHAMENTO EPISTEMOLÓGICO DO ESTUDO DE CASO À PERSPECTIVA DA ESTRATÉGIA COMO PRÁTICA SOCIAL

Autores

  • Felipe Kopp Leite Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Wylliam Menezes Vieira Universidade Federal do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

DOI:

https://doi.org/10.63595/2236-7608-v29n2-17970

Resumo

 

A pesquisa em estratégia tem experimentado uma transformação significativa, com a emergência da perspectiva da estratégia como prática social. Essa abordagem, que se afasta da visão tradicional da estratégia como um plano racional e centralizado, busca compreender como as estratégias são construídas nas interações cotidianas dos atores organizacionais. Neste contexto, o strategizing emerge como um processo dinâmico e complexo, moldado por práticas, práxis e praticantes. Diante desse novo cenário, este artigo propõe reflexões teóricas acerca do alinhamento metodológico e epistemológico para a condução de pesquisa na perspectiva da estratégia como prática social a partir do seguinte objetivo de estudo: é compreender como o método do estudo de caso contribui para operacionalizar pesquisas na perspectiva da estratégia como prática social. Os resultados desta pesquisa evidenciam a pertinência da abordagem qualitativa para investigar a estratégia como prática social. A natureza construída socialmente da estratégia e a importância das interpretações e ações dos atores envolvidos exigem uma metodologia que permita uma imersão profunda no contexto organizacional. O estudo de caso, como estratégia de pesquisa qualitativa, revela-se particularmente adequado para capturar a complexidade e a dinâmica das práticas estratégicas. As discussões apresentadas demonstram que a escolha da lente epistemológica influencia significativamente a condução da pesquisa. Não há uma única abordagem correta, mas sim diferentes posicionamentos epistemológicos que podem ser adotados pelo pesquisador, dependendo de seus objetivos e interesses

.

PALAVRAS-CHAVE: Estratégia Metodológica; Estudo de Caso; Posição Epistemológica;  Estratégia como Prática; Ensaio Teórico.

 

REFERÊNCIAS

ALVES-MAZZOTTI, A. J. O método nas ciências sociais. In: ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. (Orgs.). O método nas ciências naturais e sociais. São Paulo: Pioneira, 2000.

ALVES-MAZZOTTI, A. J. Usos e abusos do estudo de caso. Cadernos de Pesquisa, v. 36, n. 129, p. 637-651, 2006. https://doi.org/10.1590/S0100-15742006000300007

BECKER, G. V.; DUTRA, J. S.; RUAS, R. Configurando a trajetória de desenvolvimento de competências organizacionais: um estudo de caso em uma empresa da cadeia automobilística. In: DUTRA, J. S.; FLEURY, M. T. L.; RUAS, R. L. (Orgs.). Competências: conceitos, métodos e experiências. São Paulo: Atlas, 2008.

BERGER, P. L.; LUCKMANN, T. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

BOURDIEU, P. Distinction: A social critique of the judgement of taste. Harvard university press, 1987.

BULGACOV, S.; BULGACOV, Y. L. M.; CANHADA, D. I. D. Indicadores qualitativos de gestão para incubadoras e empresas empreendedoras incubadas: um estudo longitudinal. FACES R. Adm., v. 8, n. 2, p. 55-74, 2009.

BURGELMAN, R. A.; FLOYD, S. W.; LAAMANEN, T.; MANTERE, S.; VAARA, E.; WHITTINGTON, R. Strategy processes and practices: Dialogues and intersections. Strategic Management Journal, v. 39, n. 3, p. 531-558, 2018. https://doi.org/10.1002/smj.2741

CHESBROUGH, H. W.; APPLEYARD, M. M. Open innovation and strategy. California Management Review, v. 50, n. 1, p. 57-76, 2007. https://doi.org/10.2307/41166416

COLLINS, L. M. Analysis of longitudinal data: The integration of theoretical model, temporal design, and statistical model. Annual Review of Psychology, v. 57, p. 505-528, 2006. https://doi.org/10.1146/annurev.psych.57.102904.190146

CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Porto Alegre: Artmed, 2010.

DIAS, J. L.; BECKER, G. V. Abordagem histórico-longitudinal em pesquisas de administração estratégica. Revista Gestão Organizacional, v. 6, s/n., p. 37-49. https://doi.org/10.22277/rgo.v6i3.1524

DURKHEIM, É. As regras do método sociológico. In: Durkheim, É. Coleção os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

FARAJ, S.; JARVENPAA, S. L.; MAJCHRZAK, A. Knowledge collaboration in online communities. Organization science, v. 22, n. 5, p. 1224-1239, 2011. https://doi.org/10.1287/orsc.1100.0614

FELDMAN, M. S.; ORLIKOWSKI, W. J. Theorizing practice and practicing theory. Organization Science, v. 22, n. 5, p. 1240-1253, 2011. https://doi.org/10.1287/orsc.1100.0612

FOUCAULT, M. The archaeology of knowledge. Social science information, v. 9, n. 1, p. 175-185, 1970.

FOUCAULT, M. Language, counter-memory, practice: Selected essays and interviews. Cornell University Press, 1980.

GIDDENS, A. A constituição da sociedade. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

GODOY, A. S. Estudo de caso qualitativo. In: GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELO, R.; SILVA, A. B. (Orgs.). Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006, p. 115-146.

GOLSORKHI, D.; ROULEAU, L.; SEIDL, D.; VAARA, E. (Eds.). Cambridge handbook of strategy as practice. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2015.

HAUTZ, J.; SEIDL, D.; WHITTINGTON, R. Open strategy: dimensions, dilemmas, dynamics. Long Range Planning, v. 50, n. 3, p. 298-309, 2017. https://doi.org/10.1016/j.lrp.2016.12.001

HÜBLER, E. A.; LAVARDA, R. A. B.; LEITE, F. K. Organizational routines and sustainability strategizing in the port sector. Tec Empresarial, v. 18, n. 3, p. 80-102, 2024. https://doi.org/10.18845/te.v18i3.7287

JARZABKOWSKI, P. (2005). Strategy as practice: An activity based approach. Sage, 2005.

JARZABKOWSKI, P.; BALOGUN, J.; SEIDL, D. Strategizing: the challenges of a practice perspective. Humam Relations, v. 60, n. 1, p. 5-27, 2007. https://doi.org/10.1177/0018726707075703

JARZANKOWSKI, P.; BEDNAREK, R. Toward a social practice theory of relational competing. Strategic Management Journal, v. 39, n. 3, p. 794-829, 2018. https://doi.org/10.1002/smj.2724

LANA, J.; GAMA, M. A. B.; BANDEIRA-DE-MELO, R.; MARCON, R. O tempo como legitimador da causa: implicações temporais em pesquisas de administração. Revista Alcance, v. 25, n. 1, p. 106-119, 2018. https://doi.org/10.14210/alcance.v25n1(Jan/Abr).p106-119

LATOUR, B. Science In Action: How to Follow Scientists and Engineers through Society. Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1987.

LAVARDA, R. A. B.; PERITO, B. Z.; GNIGLER, L. M.; ROCHA, R. V. C.  Open strategizing e incerteza percebida: o enfoque estratégico e contingencial no enfrentamento à crise causada pela pandemia do Covid-19. REAd. Revista Eletrônica de Administração, v. 27, n. 01, p. 1-34, 2021. https://doi.org/10.1590/1413-2311.311.104094

LEITE, F. K.; CRUZ, A. P. C.; D’ÁVILA, L. C.; WALTER, S. A.; SILVA, F. M. D. Organizational resilience and adaptive capacity: a case study in a family business in Rio Grande do Sul. Revista de Administração da UFSM, 16, e6, 2023a. https://doi.org/10.5902/1983465969787

LEITE, F. K.; CRUZ, A. P. C.; WALTER, S. A.; SILVA, F. M. D. Aprendizagem organizacional frente a crises: Um olhar a partir da resiliência organizacional. Revista Eletrônica de Administração e Turismo-ReAT, v. 17, n. 1, p. 51-66, 2023b. https://doi.org/10.15210/reat.v17i1.4097

LIU, F.; MAITLIS, S. Emotional dynamics and strategizing processes: A study of strategic conversations in top team meetings. Journal of Management Studies, v. 51, n. 2, p. 202–234, 2014. https://doi.org/10.1111/joms.12042

LOPES, I. F.; BEUREN, I. M. Evidenciação da informação contábil: uma retrospectiva das pesquisas socializadas no congresso ANPCONT. Revista Evidenciação Contábil & Finanças, v. 6, n. 2, p. 58-80, 2018. https://doi.org/10.18405/RECFIN20180204

MELO, A. C. A. A.; LEITE, F. K.; LAVARDA, R. A. B. Middle manager roles in strategy implementation facing uncertainty environment: case study in a banking institution. Revista Ibero-Americana de Estratégia, v. 23, n. 3, p. e25199-e25199, 2024. https://doi.org/10.5585/2024.25199

MENDONÇA, J. R. C. Interacionismo simbólico: uma sugestão metodológica para a pesquisa em Administração. In: XXV Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, 2001, Campinas. Anais. Campinas: EnANPAD, 2001.

MILLER, D.; FRIESEN P. H. Archetypes of organizational transition. Administrative Science Quarterly, v. 25, p. 268-299, 1980. https://doi.org/10.2307/2392455

MINTZBERG, H.; WATERS, J. A. Of strategies, deliberate and emergent. Strategic Management Journal, v. 6, n. 3, p. 257-272, 1985. https://doi.org/10.1002/smj.4250060306

MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.

NECYK, G. A.; FREZATTI, F. A contabilidade gerencial: uma perspectiva de ciclo de vida de seu desenvolvimento nas organizações. Organizações & Sociedade, v. 17, n. 55, p. 725-744, 2010. https://doi.org/10.1590/S1984-92302010000400008

OLIVEIRA, D. J. S. Gestão Social: Epistemologia para Além de Paradigmas. Organizações & Sociedade, v. 28, p. 582-606, 2021. https://doi.org/10.1590/1984-92302021v28n9805pt

ORLIKOWSKI, W. J. Sociomaterial practices: Exploring technology at work. Organization Studies, v. 28, n. 9, p. 1435–1448, 2007. https://doi.org/10.1177/0170840607081138

PAES DE PAULA, A. P. Para além dos paradigmas nos estudos organizacionais: o círculo das matrizes epistêmicas. Cadernos EBAPE.BR, v. 14, n. 1, p. 24-46, 2016.

PROLO, I.; LIMA, M. C.; DA SILVA, L. F. Os desafios na adoção da tradição interpretativista nas ciências sociais. Diálogo, n. 39, p. 25-37, 2018. https://doi.org/10.18316/dialogo.v0i39.4110

RADCLIFFE-BROWN, A. R. Estrutura e função na sociedade primitiva. Tradução de Natanael C. Caixeiro. Petrópolis: Vozes, 1973.

ROCHA, R. V. C.; PERITO, B. Z.; LAVARDA, R. A. B. Autonomous Actions that Emerge from Strategizing in the Preservation of Culture and Tradition of a Collective of Artisanal Fishers in Florianópolis–SC. Organizações & Sociedade, v. 29, p. 481-513, 2022. https://doi.org/10.1590/1984-92302022v29n0022en

ROTHER, E. T. Revisão sistemática x Revisão narrativa. Rev. Acta Paulista de Enfermagem, v. 20, n. 2, p. v-vi, 2007. https://doi.org/10.1590/S0103-21002007000200001

SCHATZKI, T. R. Social Practices: A Wittgensteinian Approach to Human Activity and the Social. Cambridge University Press, 1996.

SEIDL, D.; WHITTINGTON, R. Enlarging the Strategy-as-Practice research agenda: Towards taller and flatter ontologies. Organization Studies, v. 35, n. 10, p. 1407–1421, 2014. https://doi.org/10.1177/0170840614541886

SELZNICK, P. Fundamentos da teoria da organização. In: ETZIONI, A. Organizações complexas. São Paulo: Atlas, 1967.

SERVA, M.; DIAS, T.; ALPERSTEDT, G. D. Paradigma da complexidade e teoria das organizações: uma reflexão epistemológica. Revista de Administração de Empresas, v. 50, p. 276-287, 2010. https://doi.org/10.1590/S0034-75902010000300004

SILVA, A. P. P. S. S.; SOUZA, A. L. Finanças Comportamentais e Heurísticas: Um Estudo Exploratório Sobre os Riscos Decorrentes da Presença de Vieses na Tomada de Decisão em Finanças. Revista Formadores, v. 12, n. 6, p. 83-83, 2019.

STADLER, C.; HAUTZ, J.; MATZLER, K.; VON DEN EICHEN, S. F. Open strategy: Mastering disruption from outside the C-suite. MIT Press, 2021.

STAKE, R. E. The art of case study research. London: Sage, 1995.

STAKE, R. E. Pesquisa qualitativa: estudando como as coisas funcionam. Porto Alegre: Artmed, 2011.

SUTTON, R. I.; STAW, B. M. O que não é teoria. Administrative Science Quarterly, v. 40, n. 3, p. 371-384, 1995. https://doi.org/10.2307/2393788

TAVARES, V. B.; PENEDO, A. S. T. Níveis de governança corporativa da B3: interesse e desempenho das empresas – uma análise por meio de redes neurais artificiais. Revista Contabilidade, Gestão e Governança, v. 21, n. 1, p. 40-62, 2018. https://doi.org/10.21714/1984-3925_2018v21n1a3

TEECE, D. PISANO, G. SHUEN, A. Dynamic Capabilities and Strategic Management. Strategic Management Journal, v.18, n.7, p. 509-533, 1997. https://doi.org/10.1002/(SICI)1097-0266(199708)18:7%3C509::AID-SMJ882%3E3.0.CO;2-Z

TIMMONS, A. C.; PREACHER, K. J. The importance of temporal desing: how do measurement intervals affect the accuracy and efficiency of parameter estimates in longitudinal research? Multivariate Behavioral Research, v. 50, n. 1, p. 41-55, 2015. https://doi.org/10.1080/00273171.2014.961056

VAARA, E.; WHITTINGTON, R. Strategy-as-Practice: Taking social practices seriously. Academy of Management Annals, v. 6, n. 1, p. 285–336, 2012. https://doi.org/10.5465/19416520.2012.672039

VAARA, E.; LAMBERG, J. A. Taking historical embeddedness seriously: Three historical approaches to advance strategy process and practice research. Academy of Management Review, v. 41, n. 4, p. 633–657, 2016. https://doi.org/10.5465/amr.2014.0172

VERGARA, S. C.; CALDAS, M. P. Paradigma interpretacionista: a busca da superação do objetivismo funcionalista nos anos 1980 e 1990. Revista de Administração de Empresas, v. 45, n. 4, p. 66-72, 2005. https://doi.org/10.1590/S0034-75902005000400006

VOSS, C.; TSIKRIKTSIS, N.; FROHLICH, M. Case research in operations management. International Journal of Operations & Production Management, v. 22, n. 2, p. 195-219, 2002. https://doi.org/10.1108/01443570210414329

VIEIRA, W. M.; LAIMER, C. G. ; JOANELLA, F. ; BRITTO, I. W. .Território e recursos comuns: o caso da Associação Empreendedoras da Restinga.. In: V International Conference in Management and Accounting, 2023, Chapecó. Anais do V International Conference in Management and Accounting, 2023a. v. 1.

VIEIRA, W. M.; LAIMER, C. G.; COSTA, M. P. ; LAIMER, V. R. . Rede de Negócios: Uma Investigação do Desempenho de Pequenas e Médias Empresas. In: XXVI SemeAd, 2023, São Paulo. XXVI SemeAd 2023, 2023b.

WHETTEN, D. A. O que constitui uma contribuição teórico? RAE, v. 43, n. 3, p. 69-73, 2003.

WHITTINGTON, R. Strategy as practice. Long Range Planning, v. 29, n. 5, p. 731- 735, 1996. https://doi.org/10.1016/0024-6301(96)00068-4

WHITTINGTON, R. Completing the practice turn in strategy research. Organization Studies, v. 27, n. 5, p. 613-634, 2006. https://doi.org/10.1177/0170840606064101

WHITTINGTON, R. The practice turn in organization research: Towards a disciplined transdisciplinarity. Accounting, Organizations and Society, v. 36, n. 3, p. 183-186, 2011. https://doi.org/10.1016/j.aos.2011.04.003

WHITTINGTON, R.; CAILLUET, L.; YAKIS‐DOUGLAS, B. Opening strategy: Evolution of a precarious profession. British journal of management, v. 22, n. 3, p. 531-544, 2011. https://doi.org/10.1111/j.1467-8551.2011.00762.x

YAKIS-DOUGLAS, B.; ANGWIN, D. N.;  AHN, K.; MEADOWS, M. Opening and strategy to investors: predictors and outcomes of transparency during organizational transition. Long Range Planning, v. 50, n. 3, p. 411-422, 2017. https://doi.org/10.1016/j.lrp.2016.06.007

YIN, R. K. Case study research: desing and methods. 4. ed. London: Sage, 2008.

YIN, R. K. O que é pequisa qualitativa – e por que você cogitaria fazer este tipo de pesquisa? Pesquisa qualitativa do início ao fim. Porto Alegre: Penso, 2016.

ZANONI, B. L.; CAPUCHO, P. H. P.; MARTINS, I. D. M.; RESE, N. Despatriados por uma organização petroquímica: A dimensão ética na abertura da estratégia. Revista de Administração Mackenzie, v. 25, eRAMG240065, 2024. https://doi.org/10.1590/1678-6971/eramg240065

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Felipe Kopp Leite, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Doutorando em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). 

Wylliam Menezes Vieira, Universidade Federal do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

Doutorando em Administração, Mestre em Administração pela Atitus Educação.

Downloads

Publicado

2026-01-08

Como Citar

Kopp Leite, F., & Vieira, W. M. (2026). REFLEXÕES TEÓRICAS SOBRE O ALINHAMENTO EPISTEMOLÓGICO DO ESTUDO DE CASO À PERSPECTIVA DA ESTRATÉGIA COMO PRÁTICA SOCIAL. SINERGIA - Revista Do Instituto De Ciências Econômicas, Administrativas E Contábeis, 29(2), 7–20. https://doi.org/10.63595/2236-7608-v29n2-17970