A construção da identidade e da subjetividade do sujeito “trabalhador” a partir das concepções de Rosa Luxemburgo

Fernanda Chaves Vasconcelos

Resumo


O artigo discute a subjetividade do trabalhador, sua construção e
disseminação na sociedade. O período de análise é a partir da
industrialização, passando pela interpretação socialista, principalmente de Rosa Luxemburgo. A partir de Vargas quando as
leis trabalhistas foram promulgadas, tendo em vista o que é considerado por Foucault como corpos dóceis, o artigo traça um
paralelo entre a identidade do trabalhador e a concepção de
empreendedor. Identificam-se os meios pelos quais o capitalismo
avança, para recriar a identidade do trabalhador, transformando-o em
dono de si mesmo, e dos meios de produção. Conclui-se que esse
pensamento cria um sujeito que está alienado da sua classe e das
lutas adjacentes, a partir de uma falsa ideia de que se vive em uma
sociedade sem classes.

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Historiæ, ISSN 1519-8502, E-ISSN 2238-5541, Rio Grande/RS, Brasil